Em uma carta divulgada nas redes sociais, FHC defender a União contra a extrema | exame

Ex presidente Fernando Henrique Cardoso concede entrevista em São Paulo

Fernando Henrique: o Tucano afirmou que ainda há tempo de parar de “Marcha para proteção” (Nacho Doce/Reuters)

São Paulo – em uma carta divulgada nas redes sociais , o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou o candidato presidencial contra aqueles que aposta no “extremo”. Para o Tucano, a convergência deve ser dada a quem oferece mais uma chance para ganhar as eleições. Após a publicação do documento, FHC observou presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB). “Eu enviei uma carta para o eleitor pedir para o governo e a Coligação dos candidatos, não extremistas. Quem usa um uniforme é o Alckmin que você não se convida para a reunião dizendo que “só com isso que eu estou falando’,” ele escreveu para FHC em sua conta no Twitter.

Eu enviei uma carta para o eleitor pedir para o governo e a Coligação dos candidatos, não extremistas. Quem usa um uniforme é o Alckmin que você não se convida para a reunião dizendo que “só com este cão.”

— Fernando Henrique Cardoso (@FHC) 20 de setembro 2018

No documento, apresentado como uma “mensagem” para os eleitores” Fernando Henrique Cardoso, qualificado a aplicação de Jair bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) “pólos de desenvolvimento atual” é improvável que as condições para tirar o país da crise. “A gravidade da stab com mortais intenções de prejudicar o candidato, que está avançando nas pesquisas, deve servir como um grito: “chega de pregar ódio, muitas vezes estimulados pelas vítimas do ataque. O fato de que este é um candidato antes da eleição, e para tê-lo como o principal adversário, que é o líder preso sob a acusação de corrupção, mostra o ponto em que chegamos”, escreveu o ex-Presidente.

O tucano afirmou que ainda há tempo para parar a “Marcha da insensatez”. “Nenhum dos Pólos de desenvolvimento atual é o vencedor terá grandes dificuldades na obtenção de coesão nacional, suficientes e necessários para a adoção de medidas que levem a superação da crise. Promessas feitas, são irrealizáveis.”

A defesa da medida de candidatos contra a evolução, sem mencionar o nome de Alckmin, Fernando Henrique Cardoso anunciou test drive “Serena” e, francamente, tem a experiência e a capacidade de acalmar e do país. “Sem os candidatos que não se apostar o máximo e apoiar aqueles em melhores condições de bem-sucedida experiência eleitoral da crise certamente vai piorar.”

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Para o ex-presidente, e os candidatos compromisso com a reforma das pensões que iria eliminar os privilégios para garantir o ajuste fiscal e estabelecer uma idade mínima de aposentadoria. O tucano disse que se houvesse um reflexo do quadro financeiro, o Brasil vai ser imerso em uma crise econômica ainda pior.

“Ou os homens, de todos os candidatos, particularmente, para dizer a verdade e mostrar a insensatez das promessas enganosas, ou ganhar o que ganha, o pião vai continuar a girar sem sair do lugar, na terra que está afundando”, disse o ex-presidente e defender a proposta.

Com a idade de 87 anos, FHC disse que, durante sua vida, esta eleição é um dos “momentos” como decisiva no Brasil.


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