
Pesquisa da Unifesp hospital Albert Einstein propôs o tratamento da incontinência urinária com células-tronco (Westend61/Getty Images)
São Paulo — a incontinência por esforço é um problema que afeta pessoas de todo o mundo, especialmente os mais antigos. Causadas pelo envelhecimento do tecido muscular e também o trauma do nascimento problema gera calor, especialmente para as mulheres.
Possível, uma solução inovadora para o problema surge a partir da pesquisa da Unifesp, em parceria com o Hospital Albert Einstein e do laboratório Stemcorp que propõe o uso de células-tronco para reconstruir a área afetada.
“O principal objetivo é remodelar os tecidos da uretra que foram danificados”, diz Rodrigo Castro, o médico responsável da pesquisa. “Células-tronco podem regenerar o tecido”, diz ele.
Entre os habituais tratamentos de incontinência urinária de esforço com fisioterapia e a cirurgia. De acordo com Castro, o novo método vai ser menor do que os custos das já existentes.
“Se não for viável a partir de um ponto de vista econômico, não é lógico para o mar.” Mais do que células-tronco adultas do próprio paciente, de medula óssea ou muscular, imprensando na urina do paciente em três sessões. Dez mulheres tinham feito o procedimento.
Uma das voluntárias que estão sendo acompanhados por seis meses, melhorou a partir de 85%, diz o pesquisador. O objetivo é realizar pesquisas com mais de 40 mulheres e 20 deles para obter células-tronco de medula óssea e outros 20 músculo-esquelético.
O estudo de estar só com mulheres, porque isso é a população mais afetada pela incontinência urinária de esforço. De acordo com Castro, a incidência e a prevalência do problema variar de 35% para 45% entre mulheres na faixa dos 50 anos.
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Um dos pontos positivos do tratamento é a baixa taxa de complicações. “Como ele é usado tecido do paciente, não deve ser nenhum problema.”
Uma das vantagens do novo tratamento, de acordo com o pesquisador não necessitam de hospitalização.
“Um dos principais problemas de saúde no país é a falta de cama, seria mais capaz de tratar no ambulatório com células-tronco de resgate tecido lesões”.
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