Idoso de 85 anos é preso em asilo no RJ suspeito de estuprar idosa de 80 anos, que vive acamada na instituição | Norte Fluminense | G1


Idoso de 85 anos é preso em asilo no RJ suspeito de estuprar idosa de 80 anos, que vive acamada na instituição

O idoso, segundo a Polícia Civil, tem passagens por crimes de feminicídio, incêndio e lesão corporal. O crime, na cidade de Campos, teria sido flagrado por um enfermeiro, de acordo com a Polícia Civil.

Por g1 — Monique Teixeira, Campos dos Goytacazes

20/02/2024 19h37 Atualizado 20/02/2024

Em Campos, idoso é preso em flagrante no Asilo do Carmo por estupro de vulnerável

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Um idoso de 85 anos foi preso, em flagrante, em um asilo de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, suspeito de estuprar uma idosa de 80 anos, que vive acamada na instituição.

Agentes da Delegacia de Atendimento Especializado a Mulher (Deam) fizeram a prisão em flagrante na manhã desta terça-feira (20) e o idoso já foi encaminhado para o presídio. A vítima já foi ouvida, no próprio asilo, pela polícia.

Segundo a polícia, um enfermeiro, funcionário do asilo, entrou no quarto da idosa durante uma ronda e flagrou o homem cometendo o abuso.

1 de 1 Idoso teria sido flagrado no quarto de idosa acamada por um enfermeiro do asilo em Campos — Foto: Reprodução Inter TV

Idoso teria sido flagrado no quarto de idosa acamada por um enfermeiro do asilo em Campos — Foto: Reprodução Inter TV

Foi a direção do asilo que chamou a polícia. O presidente da instituição, André Araújo, contou que o idoso sempre deu trabalho.

“A gente informou tanto ao Ministério Público quanto ao Município pedindo o desabrigamento desse idoso. Um idoso que já tem passagem por crime, feminicídio. Então é um idoso que não tem perfil para estar aqui dentro da instituição”, disse André.

De acordo com a Polícia Civil, o idoso já responde pelos crimes de feminicídio, incêndio e lesão corporal.

Ele chegou a ser preso em 2019 por ter colocado fogo na casa em que residia com a companheira. Na ocasião, a mulher chegou a ser socorrida mas acabou morrendo oito dias após o crime. E ele foi liberado no dia seguinte após audiência.

O g1 tenta ouvir a Prefeitura de Campos e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro sobre a afirmação da direção do asilo de que teria manifestado aos órgãos a preocupação em manter o idoso na instituição devido ao histórico de crimes praticados por ele.

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