Edifícios de São Paulo ignorar o 13º andar – curiosidade

Prédios de São Paulo pulam o 13º andar   curiosidade
Prédios de São Paulo pulam o 13º andar curiosidade

Após o 12º andar, vem…, a 14! Isso é o que acontece em pelo menos três dos edifícios, o mais famoso da cidade de São Paulo. Você pode acreditar? Pois é. O edifício do Banco Safra (Avenida Paulista, 2100, Cerqueira César), inaugurada em 1988, a torre norte do Centro Empresarial Nações Unidas (Avenida das Nações Unidas, 12901, Vila Nova Conceição), de 2000, e o Novotel Jaraguá-Rua Martins Fontes, 71, Centro), de 1954. Eles simplesmente ignorar o 13º andar. Não é isso o que acontece? ?

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A justificativa é a superstição que envolve o número 13, considera infeliz em algumas crenças. Existem aviões e até mesmo navios que evitar o numeral, mas ele é realmente ‘odiado’ no mercado imobiliário americano. Estima-se que mais de 90% dos edifícios na cidade de Nova York, cidade mais populosa dos Estados Unidos, não tem o 13º andar. Que loucura!

imagem17-06-2018-04-06-01O final de Zagallo vai enlouquecer se você sabe que

“A pergunta vem de um lado, cultural e religiosa. Muitas pessoas acreditam que o número 13 dá azar, e isso faz com que os construtores de fechar o 13º andar, por medo de prejudicar as vendas. Isto é muito comum em alguns países como os Estados Unidos e a Argentina”, explica o arquiteto Daniel Szego.

A moda ainda não pegou no Brasil e a situação só acontece quando o proprietário da empresa não suporta o número. “No Brasil, poucos prédios e condomínios de casas aboliram o uso do número 13, mas isso não causa prejuízo para a arquitetura. Se você apenas ignorar o número, não afetando a construção e não deixando um andar vazio”, diz o arquiteto.

Sem fundamento

O médico, um psiquiatra, Mario Louzã, membro do Instituto de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, afirma que as superstições são crenças, pensamentos, magia, sem fundamento racional ou científico. Ali vemos que o ser humano é um animal muito esquisito, até mesmo, não é? Para ele, essas crenças estão lá, provavelmente, desde que o homem pré-histórico encontrou-se frente a situações que ele não podia explicar.

“Na busca por uma explicação, e qualquer um é melhor do que a angústia da ausência de uma explicação, existem superstições. O cérebro humano é, de alguma forma, moldada para buscar explicações, causas para que observamos. Muitas vezes, o cérebro faz conexões casuais falso, atribuindo uma ligação entre os fenômenos que não existem”, diz o psiquiatra.

Basta olhar para um exemplo claro de que o médico deu-nos: se alguém vê um objeto na rua e, em seguida, cai e se machuca, você pode passar para atribuir o problema ao fato de tê-lo visto. Nasce uma superstição. A culpa, para que a queda não é mais de uma pessoa, mas do objeto que lhe deu a chance. “Em geral, felizmente, as superstições não chegam a atrapalhar o cotidiano das pessoas, são restritos para o folclore de cada um de nós e de nossa cultura”.

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