General Eduardo villas boas está falando sobre a eleição, o PT reage | exame

General Eduardo Villas Boas fala sobre eleições e PT reage
General Eduardo Villas Boas fala sobre eleições e PT reage

General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas

Geral villas boas: “a instabilidade é que ele mobiliza a nossa prática” (agência Senado/Wikimedia Commons/executar)

O comandante do exército, general Eduardo villas bôas, disse que o ataque contra jair bolsonaro (PSL) pode causar, no futuro, que constitui a legitimidade do novo governo. “Por exemplo, em relação a bolsonaro, ele não foi eleito, pode ser dito para ter prejudicado sua campanha. Ser eleito, talvez, disse que ela beneficiou a história, porque ele nasceu para fazer barulho”, disse ele. “E, em seguida, altera o ritmo geral das coisas e é muito perturbador.”

Os dados gerais foi dada em uma entrevista exclusiva para o jornal o Estado de S. Paulo, publicada no domingo (9). Villas-boas, estima-se que a violência contra bolsonaro “, confirma que estamos a construir as dificuldades que o novo governo tem a estabilidade do governo”. Segundo ele, o ataque ressalta a “intolerância em grande escala e a incapacidade de se” colocar o interesse do país acima das questões políticas, da ideologia e personalidade”.

O chefe do exército negou que jair bolsonaro é um candidato das forças armadas e que, por fim, o governo irá “militar”. Ele ressaltou que as Forças Armadas “apolíticas, não partidário,” compromisso com a estabilidade de qualquer governo eleito pelo povo. “A instabilidade é mobilizar nossos negócios”, disse ele, citando os motoristas de caminhão greve.

Geral villas boas disse que os candidatos a consciência da harmonia em suas palavras. Ele apelou para o jurídico diferenças não tirar a tranquilidade do processo eleitoral.

As Nações Unidas e Lola

Villas-boas pode ser classificada como “a interferência na soberania nacional,” o parecer da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas em favor da candidatura de Lula (PT), que foi recusado o registro pela justiça eleitoral. Por fim, a Constituição e a lei da ficha limpa pode todos.

Desobediência

Em um comunicado divulgado no domingo, o PT nega a entrevista do ano villas-boas, classificando-a como um “grave episódio de desobediência, para o comandante das forças armadas para o papel que ele sabia” da Constituição.

Para a PT manifestações das políticas gerais da natureza e tem por objetivo “proteger as instituições da República”, e mais especificamente o poder judiciário”, que examina os recursos de que o procedimento da empresa em relação a do ex-presidente Lula”. Na nota, chama a festa “forças democráticas no país para” condenar as declarações de villas-boas.

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