{"id":19507,"date":"2019-04-10T11:25:59","date_gmt":"2019-04-10T11:25:59","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/cca_post\/"},"modified":"2019-04-10T11:26:00","modified_gmt":"2019-04-10T11:26:00","slug":"janela-do-ceu-e-agua-preta-o-que-fazer-nos-circuitos-do-parque-de-ibitipoca-desafio-natureza-g1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/index.php\/2019\/04\/10\/janela-do-ceu-e-agua-preta-o-que-fazer-nos-circuitos-do-parque-de-ibitipoca-desafio-natureza-g1\/","title":{"rendered":"Janela do c\u00e9u e &#8216;\u00e1gua preta&#8217;: o que fazer nos circuitos do Parque de Ibitipoca | Desafio Natureza | G1"},"content":{"rendered":"<p> O Parque Estadual do Ibitipoca foi o mais procurado pelos turistas no estado de Minas Gerais nos &uacute;ltimos cinco anos. Os 25 km de trilha abertos ao p&uacute;blico atravessam mirantes, cachoeiras e grutas em um cen&aacute;rio de tirar o f&ocirc;lego, &agrave;s vezes literalmente, com altitudes que chegam a 1.784 metros acima do n&iacute;vel do mar. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><a href='https:\/\/g1.globo.com\/natureza\/desafio-natureza\/noticia\/2019\/03\/26\/parque-mais-procurado-de-mg-reduz-visitacao-pela-metade-e-espera-acoes-para-garantir-turismo-sustentavel.ghtml'>Parque mais procurado de MG reduz visita&ccedil;&atilde;o pela metade e espera a&ccedil;&otilde;es para garantir &#8216;turismo sustent&aacute;vel&#8217;<\/a><\/li>\n<li><a href='https:\/\/g1.globo.com\/natureza\/desafio-natureza\/noticia\/2019\/02\/19\/arara-considerada-extinta-volta-a-caatinga-ao-lado-de-oncas-e-outras-especies-ameacadas.ghtml'>DESAFIO ESP&Eacute;CIES AMEA&Ccedil;ADAS: Arara considerada extinta volta &agrave; caatinga<\/a><\/li>\n<li><a href='https:\/\/g1.globo.com\/natureza\/desafio-natureza\/noticia\/2019\/01\/22\/fernando-de-noronha-lado-b-serie-do-g1-mostra-desafios-do-lixo-no-paraiso.ghtml'>DESAFIO LIXO: Fernando de Noronha &#8216;para&iacute;so&#8217; ainda n&atilde;o tem coleta seletiva<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p> O <strong>G1<\/strong> conheceu os tr&ecirc;s roteiros de visita&ccedil;&atilde;o que fazem o turista gastar energia ao mesmo tempo em que recupera a paz de esp&iacute;rito. Confira abaixo o que h&aacute; de imperd&iacute;vel: <\/p>\n<p>    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-19509\" src=\"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/parque-estadual-do-ibitipoca-circuitos-e-atrativos-do-parque-foto-rodrigo-sanchesarteg1.jpeg\" alt=\"Parque Estadual do Ibitipoca   circuitos e atrativos do parque &mdash; Foto: Rodrigo Sanches\/Arte\/G1\" width=\"800\" height=\"400\" \/><\/img><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-19510\" src=\"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/parque-estadual-do-ibitipoca-circuitos-e-atrativos-do-parque-foto-rodrigo-sanchesarteg1-1.jpeg\" alt=\"Parque Estadual do Ibitipoca   circuitos e atrativos do parque &mdash; Foto: Rodrigo Sanches\/Arte\/G1\" width=\"800\" height=\"400\" \/><\/img> <\/p>\n<p> Parque Estadual do Ibitipoca &#8211; circuitos e atrativos do parque &mdash; Foto: Rodrigo Sanches\/Arte\/G1 <\/p>\n<\/p>\n<h2>Al&eacute;m da Janela do C&eacute;u<\/h2>\n<p> O Circuito Janela do C&eacute;u evidentemente inclui o atrativo mais procurado do parque e que d&aacute; nome ao roteiro &ndash; um mirante sobre uma cachoeira de sete quedas, com vista para o c&eacute;u e para os diferentes tons de verde dos mares de morros. <\/p>\n<p> A parte interna da Janela do C&eacute;u &eacute; um espa&ccedil;o que comporta aproximadamente dez pessoas, que se espalham pelas &aacute;guas do Rio Vermelho e que realmente precisam esperar em fila para fazer sua foto no ponto mais requisitado. <\/p>\n<p> O roteiro, no entanto, vai al&eacute;m deste mirante. O Circuito Janela do C&eacute;u &eacute; o maior dos tr&ecirc;s abertos &agrave; visita&ccedil;&atilde;o, com 16 km de trilha, j&aacute; contando ida e volta, percorridos em cerca de seis horas. <\/p>\n<p> No ponto mais alto do parque, o Pico da Lombada, o visitante tem uma vis&atilde;o ampla da Zona da Mata mineira, &agrave; leste, e do Campo das Vertentes, &agrave; oeste. O terceiro palco no trajeto &eacute; o Pico do Cruzeiro, onde a comunidade reza o ter&ccedil;o todo 3 de maio, Dia da Santa Cruz. <\/p>\n<p> Pela experi&ecirc;ncia, h&aacute; visita&ccedil;&otilde;es &agrave;s grutas da Cruz, abaixo do Pico do Cruzeiro, dos Tr&ecirc;s Arcos, completamente arejada por tr&ecirc;s aberturas, e dos Moreiras, que exige lanternas ao longo de seus 500 metros de extens&atilde;o. <\/p>\n<p> Para tomar banho, a Cachoeirinha, acima da Janela do C&eacute;u, encanta os visitantes, com 35 metros de queda d&rsquo;&aacute;gua, cercada de areia branca. <\/p>\n<p> O trajeto &eacute; bem sinalizado e com trilha bem delimitada, mas os guias recomendam o passeio para pessoas com um m&iacute;nimo de preparo f&iacute;sico e alertam para que n&atilde;o se esque&ccedil;am de lanches e do rel&oacute;gio, pois o retorno &agrave; portaria deve ser feito at&eacute; as 18 horas. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Circuito das &Aacute;guas, o mais rico em atrativos<\/h2>\n<p> Considerado pelos guias tur&iacute;sticos o roteiro mais bonito da regi&atilde;o, o Circuito das &Aacute;guas possui aglomera&ccedil;&atilde;o de mais de 15 atrativos em apenas 5 km de trajeto. S&atilde;o lagos, pared&otilde;es, grutas, cachoeiras, piscinas naturais e altos visuais. <\/p>\n<p> &Eacute; o roteiro mais curto e, diferentemente do Circuito Janela do C&eacute;u, pode ser curtido por crian&ccedil;as acompanhadas, j&aacute; que as trilhas s&atilde;o curtas. <\/p>\n<p> S&atilde;o as quedas do Rio do Salto que proporcionam os maiores atrativos: os turistas curtem a Cachoeira dos Macacos, cujas &aacute;guas percorrem 10 metros de altura at&eacute; cair na parte baixa da Ponte de Pedra, formando uma piscina natural, o Lago das Miragens, margeado pelo Pared&atilde;o de Santo Ant&ocirc;nio, o Lago dos Espelhos, que mais parece uma praia, e o Lago Negro, com &aacute;guas escuras devido &agrave; pouca incid&ecirc;ncia do sol na &aacute;rea, cercada por pared&otilde;es, al&eacute;m da Prainha. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Circuito do Pi&atilde;o, o subestimado<\/h2>\n<p> O roteiro &eacute; o menos procurado, mas bastante recomendado para quem procura uma boa trilha. S&atilde;o aproximadamente 9 km de caminhada, contando ida e volta, em um percurso realizado em quatro horas. <\/p>\n<p> L&aacute; do alto, o visitante se depara com as ru&iacute;nas da capela de Bom Jesus da Serra e tem uma vista mais voltada para o leste, para a regi&atilde;o das serras da Mantiqueira e dos &Oacute;rg&atilde;os. <\/p>\n<p> &Eacute; neste roteiro que o turista conhece a Gruta do Pi&atilde;o e a Gruta dos Viajantes, esta &uacute;ltima, considerada a mais bonita pelos guias, com v&aacute;rias galerias naturais, que serviam de abrigo para os tropeiros. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Quartzito, &#8216;&aacute;gua cor de Coca-Cola&#8217; e vegeta&ccedil;&atilde;o<\/h2>\n<p> O relevo, a cor da &aacute;gua e a vegeta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o atrativos &agrave; parte. <\/p>\n<p> O parque fica sobre uma forma&ccedil;&atilde;o de quartzito, cujas camadas de areia que o comp&otilde;e s&atilde;o vis&iacute;veis e se espalham pelas trilhas e atrativos como resultado de sua dissolu&ccedil;&atilde;o. O solo poroso impacta na colora&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas, &aacute;cidas e espumantes, que variam do dourado ao marrom. <\/p>\n<p> O principal respons&aacute;vel pela cor de &ldquo;coca-cola&rdquo;, no entanto, &eacute; o tanino das folhas, que se decomp&otilde;em nos rios, e a varia&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia de luz, bloqueada pelos pared&otilde;es. <\/p>\n<p> As folhas s&atilde;o dos mais diversos tipos, pois a cada passo nas trilhas, o turista acompanha a rica biodiversidade do parque, passando por trechos de vegeta&ccedil;&atilde;o seca, com cactos e &aacute;rvores de galhos retorcidos, seguidos de campos de vasta extens&atilde;o e trechos &uacute;midos, cujas &aacute;guas dos rios fazem a floresta prosperar. <\/p>\n<p> &Eacute; uma aula pr&aacute;tica de biologia, em que se pode observar l&iacute;quens colados aos troncos e &agrave;s rochas, que d&atilde;o condi&ccedil;&otilde;es para o nascimento de bri&oacute;fitas (musgos) e pterid&oacute;fitas (samambaias), os tr&ecirc;s colonizadores pioneiros de toda a vegeta&ccedil;&atilde;o, que ainda abriga mil esp&eacute;cies, como brom&eacute;lias e orqu&iacute;deas, e end&ecirc;micas, que s&oacute; existem dentro do parque. <\/p>\n<p> A fauna tamb&eacute;m &eacute; muito rica, com 39 esp&eacute;cies de anf&iacute;bios, 18 de cobras e lagartos, 46 de mam&iacute;feros e mais de 100 esp&eacute;cies de aves. No entanto, dificilmente o turista vai cruzar com os animais ao longo dos 25 km de trilha, que representam 2,8% do parque. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Fora do parque<\/h2>\n<p> Como o <strong>G1<\/strong> mostrou, as ag&ecirc;ncias de turismo locais elaboraram pelo menos dez passeios por &aacute;reas vizinhas ao parque. Entre as op&ccedil;&otilde;es est&atilde;o expedi&ccedil;&otilde;es de caiaque, travessias &agrave; cavalo, acampamento selvagem e passeios de bicicleta, que duram de um a sete dias, neste &uacute;ltimo caso, um roteiro chamado &ldquo;Volta das Transi&ccedil;&otilde;es&rdquo;, com 390 km de extens&atilde;o, passando por 11 cidades. <\/p>\n<p> Os turistas tamb&eacute;m podem visitar a vila de Concei&ccedil;&atilde;o do Ibitipoca, localizada a 3 km da portaria do parque, cuja origem remonta ao s&eacute;culo 17, quando a regi&atilde;o era habitada pelos &iacute;ndios Aracy e, em seguida, pelos exploradores em busca do ouro. <\/p>\n<p> H&aacute; duas igrejas na vila. A Igreja Matriz Nossa Senhora da Concei&ccedil;&atilde;o foi constru&iacute;da em 1768 e sua principal caracter&iacute;stica &eacute; a torre do sino, separada do corpo da igreja, algo incomum para a &eacute;poca em que foi erguida. A atual Igreja Nossa Senhora do Ros&aacute;rio foi constru&iacute;da no in&iacute;cio do s&eacute;culo 20, depois que a primeira, constru&iacute;da por escravos que eram impedidos de assistir &agrave;s cerim&ocirc;nias na igreja matriz, 100 anos antes, ficou em ru&iacute;nas. <\/p>\n<p> A vila &eacute; habitada por pouco mais de mil habitantes hospitaleiros, sempre prontos para uma boa prosa, que trabalham em caf&eacute;s, bares e bistr&ocirc;s, lojas de artesanato, queijos e cacha&ccedil;as. Com ruas estreitas, o ideal &eacute; deixar o carro na pousada ou hotel e passear pelas ruas de pedras. H&aacute; ainda mercearia, a&ccedil;ougue, oficina e padaria. <\/p>\n<p> Al&eacute;m disso, Ibitipoca est&aacute; crescendo e montando seu calend&aacute;rio cultural. H&aacute; tr&ecirc;s eventos na regi&atilde;o, que se consolidaram como modelo devido &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o e escolha pela baixa temporada. <\/p>\n<p> Em agosto, o Ibitipoca Blues completa 20 anos e, no mesmo m&ecirc;s, acontece o Off Road, que realiza sua 30&ordf; edi&ccedil;&atilde;o em uma competi&ccedil;&atilde;o para carros e motos por 400 km dos mais variados terrenos e cen&aacute;rios. Antes disso, em junho, haver&aacute; o 4&ordm; ano do Luau, com muita m&uacute;sica madrugada adentro. <\/p>\n<\/p>\n<h2>O que voc&ecirc; precisa saber<\/h2>\n<p> H&aacute; 600 ingressos individuais dispon&iacute;veis por dia, todos vendidos diretamente na portaria do parque, que abre para visita&ccedil;&atilde;o &agrave;s 7h e fecha &agrave;s 18h. N&atilde;o s&atilde;o permitidas a entrada de animais de estima&ccedil;&atilde;o, nem a pr&aacute;tica de esportes radicais na reserva. <\/p>\n<p> Os ingressos custam R$ 20 por visitante nos dias &uacute;teis e R$ 25 nos s&aacute;bados, domingos e feriados. A vaga no estacionamento para bicicletas &eacute; gratuita, para motos custa R$ 20, para ve&iacute;culos de at&eacute; 7 passageiros, R$ 25, e, para micro-&ocirc;nibus, R$ 65. <\/p>\n<p> O visitante deve se certificar de que tomou a vacina contra a febre amarela, pois no ano passado, alguns casos da doen&ccedil;a foram registrados na regi&atilde;o. Repelente n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio devido &agrave; altitude. <\/p>\n<p> O parque possui camping para 15 barracas, restaurante com vista panor&acirc;mica e o Centro de Visitantes August Saint-Hilaire, batizado em homenagem ao primeiro naturalista a descrever a fauna e a flora da &aacute;rea. O espa&ccedil;o tem exposi&ccedil;&atilde;o permanente com painel interativo, maquetes e fotos. <\/p>\n<p> Entre outubro e janeiro ocorrem chuvas intensas e descargas el&eacute;tricas. De fevereiro a maio, o tempo &eacute; limpo e com temperaturas agrad&aacute;veis. De junho a setembro chove pouco e as temperaturas s&atilde;o amenas. <\/p>\n<p> Os guias tur&iacute;sticos recomendam cal&ccedil;ado fechado, &oacute;culos escuros, chap&eacute;u e roupas confort&aacute;veis, assim como capa de chuva para evitar imprevistos. Tamb&eacute;m &eacute; importante levar &aacute;gua e lanches nos passeios porque a caminhada ou o tempo no atrativo podem ser longos. <\/p>\n<p> Caso o turista viaje com uma ag&ecirc;ncia e utilize o servi&ccedil;o de um guia &eacute; importante se certificar de que ambos s&atilde;o credenciados junto &agrave; prefeitura de Lima Duarte e ao Instituto Estadual de Florestas (IEF), respectivamente. <\/p>\n<p> O visitante sem carro consegue ir a Ibitipoca, mas &eacute; importante montar uma agenda com op&ccedil;&otilde;es de transporte, pois n&atilde;o h&aacute; t&aacute;xi, nem motoristas de aplicativo. As ag&ecirc;ncias de turismo locais e motoristas particulares com jipes oferecem o servi&ccedil;o, cujas corridas de 3 km entre o parque e a vila variam de R$ 10 a R$ 20. Eles tamb&eacute;m podem fazer o transporte at&eacute; o aeroporto ou rodovi&aacute;ria, se combinado com anteced&ecirc;ncia. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Como chegar<\/h2>\n<p> O parque fica na Zona da Mata mineira, sul do estado de Minas Gerais. Ocupa parte dos munic&iacute;pios de Bias Fortes, &agrave; leste, Santa Rita do Ibitipoca, ao norte, e Lima Duarte, ao sul e ao oeste, este &uacute;ltimo, o ponto de apoio dos turistas, com pousadas e restaurantes na vila de Concei&ccedil;&atilde;o do Ibitipoca. <\/p>\n<p> A partir da capital Belo Horizonte, o turista deve percorrer 260 km de BR-040 no sentido Juiz de Fora, acessar &agrave; BR-267 no trevo do km 779, rodar 40 km at&eacute; o munic&iacute;pio de Lima Duarte e percorrer 27 km de estrada de terra at&eacute; a vila de Concei&ccedil;&atilde;o do Ibitipoca. <\/p>\n<ul><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Parque Estadual do Ibitipoca foi o mais procurado pelos turistas no estado de Minas Gerais nos &uacute;ltimos cinco anos. Os 25 km de trilha abertos ao p&uacute;blico atravessam mirantes, cachoeiras e grutas em um cen&aacute;rio de tirar o f&ocirc;lego, &agrave;s vezes literalmente, com altitudes que chegam a 1.784 metros acima do n&iacute;vel do mar. 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