{"id":19895,"date":"2019-04-15T08:47:29","date_gmt":"2019-04-15T08:47:29","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/cca_post\/"},"modified":"2019-04-15T08:47:32","modified_gmt":"2019-04-15T08:47:32","slug":"plantas-viram-objetos-de-estimacao-dos-millenials-exame","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/index.php\/2019\/04\/15\/plantas-viram-objetos-de-estimacao-dos-millenials-exame\/","title":{"rendered":"Plantas viram objetos de estima\u00e7\u00e3o dos millenials | EXAME"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-19897\" src=\"http:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/loja-da-floricultura-tula.png\" alt=\"Loja da floricultura Tula\" width=\"800\" height=\"400\" \/><\/img><\/p>\n<p>Loja da floricultura Tula: jovens decretaram a morte de muitos segmentos, mas reviveram o de plantas dom&eacute;sticas&nbsp;(Tula\/Instagram\/Divulga&ccedil;&atilde;o)<\/p>\n<p>Aisha Richardson, uma designer de 34 anos que mora em Bushwick, no Brooklyn, come&ccedil;ou a comprar plantas h&aacute; alguns anos para aliviar o estresse do trabalho. Antes que percebesse, Richardson estava viciada. Agora tem cerca de 30 plantas e segue dezenas de feeds do Instagram. Quanto ela gasta? &ldquo;Nem quero pensar sobre isso&rdquo;, diz ela.<\/p>\n<p>Os <strong><a href='https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/geracao-y\/' target='_blank' rel='noopener'>millennials<\/a><\/strong> americanos j&aacute; foram culpados por condenar todo tipo de coisa: cerveja, golfe, cereais. Mas s&atilde;o respons&aacute;veis por reviver o mercado de plantas dom&eacute;sticas. Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, as vendas nos EUA subiram quase 50%, para US$ 1,7 bilh&otilde;es, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Jardinagem. Como muitos millennials n&atilde;o querem ter filhos cedo, as plantas se tornaram os novos animais de estima&ccedil;&atilde;o, satisfazendo o desejo de se conectar com a natureza e o florescente movimento de &ldquo;bem-estar&rdquo;.<\/p>\n<p>Veja tamb&eacute;m<\/p>\n<ul>\n<li><a class='widget-news-thumb mini' href='https:\/\/exame.abril.com.br\/estilo-de-vida\/millenials-geracao-sem-dinheiro\/' rel='bookmark'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-19898\" src=\"http:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/desemprego.jpeg\" alt=\"desemprego\" width=\"800\" height=\"400\" \/><\/img><\/a><a href='\/estilo-de-vida' class='widget-news-item-category color-theme'>VIP &ndash; ESTILO DE VIDA<\/a><a href='https:\/\/exame.abril.com.br\/estilo-de-vida\/millenials-geracao-sem-dinheiro\/' class=''>Millenials: gera&ccedil;&atilde;o sem dinheiro<\/a><i>query_builder<\/i> 26 jul 2016 &#8211; 16h07<\/li>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n<p>Muitas das plantas ainda s&atilde;o compradas em lojas de jardinagem ou grandes varejistas, como a Home Depot e o Walmart, que t&ecirc;m variedades baratas e resistentes. Mas muitos dos comerciantes est&atilde;o de olho nos millennials com estrat&eacute;gias diretamente inspiradas na Warby Parker e na Glossier. A The Sill, por exemplo, vende a maioria de suas plantas online e oferece assessoria e devolu&ccedil;&otilde;es gratuitas. Pequenas lojas f&iacute;sicas, tais como Tend, Tula e Soft Opening tamb&eacute;m est&atilde;o se proliferando no Brooklyn e em outros bairros da moda. &ldquo;Estamos falando de uma ind&uacute;stria antiga que n&atilde;o mudou e de um consumidor que mudou&rdquo;, diz Eliza Blank, 33 anos, fundadora da The Sill. &ldquo;Os millennials n&atilde;o querem ir ao Walmart para comprar suas plantas&rdquo;.<\/p>\n<p>O neg&oacute;cio de plantas dom&eacute;sticas estourou nos anos 70 com os hippies. Hoje, na Era do Instagram, a Costela de Ad&atilde;o e a Figueira Lira, por exemplo, tornaram-se objetos de afeto entre os millennials. As plantas s&atilde;o consideradas crian&ccedil;as e recebem nomes em tom de brincadeira.<\/p>\n<p>Os fornecedores de plantas vivas n&atilde;o mudaram muito nos &uacute;ltimos 50 anos, e a ind&uacute;stria se mant&eacute;m firme. Os produtores, sediados principalmente na Fl&oacute;rida e operando em toda a Am&eacute;rica Latina, trabalham com uma vasta rede de atacadistas, intermedi&aacute;rios e varejistas.<\/p>\n<p>Algumas das plantas mais procuradas s&atilde;o dif&iacute;ceis de cultivar comercialmente. Alguns grandes produtores, como a Costa Farms, cujas plantas s&atilde;o encontradas em todos os lugares, da Amazon ao Walmart, t&ecirc;m &ldquo;ca&ccedil;adores de plantas&rdquo; que vasculham locais distantes, como a Tanz&acirc;nia, para encontrar novas variedades. Mas os produtores simplesmente n&atilde;o podem perseguir cada nova tend&ecirc;ncia que aparece no Instagram, gerando frustra&ccedil;&atilde;o entre os vendedores. &ldquo;&Eacute; dif&iacute;cil convencer um produtor a fazer algo novo&rdquo;, diz Kay Kim, da Rooted, uma empresa de plantas em Greenpoint, no Brooklyn.<\/p>\n<p>Apesar da paix&atilde;o crescente dos millennials por plantas e da avers&atilde;o &agrave;s lojas f&iacute;sicas, muitos comerciantes de plantas evitam a internet comparando a uma infesta&ccedil;&atilde;o por &aacute;caros. Alguns temem n&atilde;o ter estoque ou danificar as plantas durante o envio. Outros simplesmente acham o processo muito impessoal. Menos de 10% de todas as vendas de plantas acontecem online e isso criou espa&ccedil;o para startups como a The Sill.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Loja da floricultura Tula: jovens decretaram a morte de muitos segmentos, mas reviveram o de plantas dom&eacute;sticas&nbsp;(Tula\/Instagram\/Divulga&ccedil;&atilde;o) Aisha Richardson, uma designer de 34 anos que mora em Bushwick, no Brooklyn, come&ccedil;ou a comprar plantas h&aacute; alguns anos para aliviar o estresse do trabalho. Antes que percebesse, Richardson estava viciada. 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