{"id":21169,"date":"2019-04-26T10:52:23","date_gmt":"2019-04-26T10:52:23","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/cca_post-2\/"},"modified":"2019-04-26T10:52:23","modified_gmt":"2019-04-26T10:52:23","slug":"g1-apura-presenca-de-agrotoxicos-na-agua-consumida-em-50-municipios-do-interior-do-rio-regiao-dos-lagos-g1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/index.php\/2019\/04\/26\/g1-apura-presenca-de-agrotoxicos-na-agua-consumida-em-50-municipios-do-interior-do-rio-regiao-dos-lagos-g1\/","title":{"rendered":"G1 apura presen\u00e7a de agrot\u00f3xicos na \u00e1gua consumida em 50 munic\u00edpios do interior do Rio | Regi\u00e3o dos Lagos | G1"},"content":{"rendered":"<p> O <strong>G1<\/strong> buscou informa&ccedil;&otilde;es sobre os n&iacute;veis de agrot&oacute;xicos presentes na &aacute;gua consumida em 50 munic&iacute;pios do interior do Rio, &aacute;rea de cobertura da Inter TV, com base na pesquisa &#8220;Por Tr&aacute;s do Alimento&#8221;, divulgada em 15 de abril pelas organiza&ccedil;&otilde;es Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica, Rep&oacute;rter Brasil e Public Eye. <\/p>\n<p> A parceria entre as ag&ecirc;ncias teve como objetivo interpretar tabelas complexas do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para tornar os dados acess&iacute;veis &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p> Desta forma, as informa&ccedil;&otilde;es sobre agrot&oacute;xicos inseridas no sistema Sisagua, do Governo Federal, pelas pr&oacute;prias distribuidoras de &aacute;gua ou Prefeituras, entre os anos de 2014 e 2017, ganharam uma vers&atilde;o mais simples: <a href='http:\/\/portrasdoalimento.info\/agrotoxico-na-agua\/' target='_blank'>um mapa informativo<\/a>. <\/p>\n<p> Nele, ao inserir o nome da cidade, o morador pode saber n&atilde;o s&oacute; se a quantidade de agrot&oacute;xico na &aacute;gua que ele consome est&aacute; dentro do limite permitido pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, mas tamb&eacute;m os tipos e o n&iacute;vel de toxidade de cada um deles. <\/p>\n<p> O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de disse ao <strong>G1<\/strong> que tamb&eacute;m est&aacute; fazendo a compila&ccedil;&atilde;o desses dados para emitir uma informa&ccedil;&atilde;o oficial, mas a divulga&ccedil;&atilde;o s&oacute; deve ocorrer, ainda segundo o &oacute;rg&atilde;o, no final do primeiro semestre deste ano. <\/p>\n<p> O <strong>G1<\/strong> perguntou se o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de faz pela primeira vez esse tipo de an&aacute;lise para informar a situa&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, mas ainda n&atilde;o obteve resposta. <\/p>\n<p> As ag&ecirc;ncias conseguiram os relat&oacute;rios ap&oacute;s entrar com pedido via Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<\/p>\n<p>&#8220;O que n&oacute;s fizemos foi divulgar uma informa&ccedil;&atilde;o que &eacute; p&uacute;blica, mas que n&atilde;o estava acess&iacute;vel. Fizemos um esfor&ccedil;o para traduzir a informa&ccedil;&atilde;o&#8221;, disse a jornalista da Rep&oacute;rter Brasil, Ana Aranha.  <\/p>\n<p> A jornalista ressaltou ainda que os dados &#8220;s&atilde;o todos do Sisagua e foram analisados de acordo com a metodologia do pr&oacute;prio Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de&#8221;. <\/p>\n<p> &#8220;Ao longo da elabora&ccedil;&atilde;o do mapa, n&oacute;s consultamos o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para nos certificar de que est&aacute;vamos lendo os dados de forma correta&#8221;, concluiu Ana. <\/p>\n<p> Por meio desse esfor&ccedil;o investigativo das organiza&ccedil;&otilde;es, que durou cerca de um ano, uma situa&ccedil;&atilde;o preocupante foi revelada &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira: o excesso da concentra&ccedil;&atilde;o de alguns dos 27 agrot&oacute;xicos que as distribuidoras de &aacute;gua s&atilde;o obrigadas, por lei, a detectar e lan&ccedil;ar no sistema Sisagua. <\/p>\n<p> Foi com base no mapa criado pelas organiza&ccedil;&otilde;es, que o <strong>G1<\/strong> questionou as condi&ccedil;&otilde;es da &aacute;gua em 50 cidades do interior do Rio. Dos 50 munic&iacute;pios, foram encontrados dados de apenas 14, pressupondo que o restante, 36, sequer enviou informa&ccedil;&otilde;es ao governo federal. Todos foram procurados por esta reportagem. <\/p>\n<p> Segundo o estudo, tr&ecirc;s munic&iacute;pios, entre os 14 que enviaram os dados, apresentam quantidade de agrot&oacute;xicos na &aacute;gua de consumo acima do limite permitido pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira: <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Campos dos Goytacazes: <\/strong>9 tipos em excesso<\/li>\n<li><strong>Petr&oacute;polis:<\/strong> 1 tipo em excesso <\/li>\n<li><strong>Trajano de Moraes:<\/strong> 1 tipo em excesso<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Dados por munic&iacute;pio entre 2014 e 2017<\/h2>\n<p> <strong>Campos dos Goytacazes <\/strong> <\/p>\n<p> Em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, a pesquisa indicou que foram encontrados na &aacute;gua para consumo os 27 tipos de agrot&oacute;xicos testados, destes, nove estavam acima do limite permitido por lei: Aldrin, Carbofurano, DDT + DDD + DDE, Endossulfan, Metamidof&oacute;s, Metolacloro, Permetrina, Simazina e Terbuf&oacute;s. Destes nove, dois deles, o DDT + DDD + DDE e a Permetrina, s&atilde;o considerados altamente t&oacute;xicos e relacionados a doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas como c&acirc;ncer, defeitos cong&ecirc;nitos e dist&uacute;rbios end&oacute;crinos. <\/p>\n<p> O <strong>G1<\/strong> entrou em contato com a concession&aacute;ria respons&aacute;vel, &Aacute;guas do Para&iacute;ba, que disse que &#8220;segue rigorosamente os padr&otilde;es de qualidade e de potabilidade determinados pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, cumprindo integralmente toda a legisla&ccedil;&atilde;o federal e estadual que regula a mat&eacute;ria&#8221;. <\/p>\n<p> <strong>Petr&oacute;polis e Trajano de Moares<\/strong> <\/p>\n<p> Nos munic&iacute;pios Petr&oacute;polis e Trajano de Moraes foram detectados, segundo o mapa elaborado pela Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica e Rep&oacute;rter Brasil, n&iacute;veis do agrot&oacute;xico Aldrin acima do permitido pela lei. <\/p>\n<p> O <strong>G1<\/strong> procurou a concession&aacute;ria respons&aacute;vel pelo abastecimento de Petr&oacute;polis, a &Aacute;guas do Imperador, e aguarda retorno. <\/p>\n<p> J&aacute; a Cedae, respons&aacute;vel pelo servi&ccedil;o em Trajano de Moraes, respondeu que &#8220;os dados obtidos no monitoramento do sistema de abastecimento de Trajano de Moraes, de 2014 at&eacute; o momento, apresentaram resultados dentro do limite para todos os agrot&oacute;xicos analisados, tanto na &aacute;gua bruta quanto na &aacute;gua tratada&#8221;. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Outros munic&iacute;pios com dados<\/h2>\n<p> Os outros onze munic&iacute;pios com dados dispon&iacute;veis na pesquisa apresentaram resultados dentro da legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, segundo o estudo. S&atilde;o eles: <\/p>\n<p> <strong>Santo Ant&ocirc;nio de P&aacute;dua<\/strong> (&Aacute;guas de P&aacute;dua), <strong>Cabo Frio<\/strong> (Prolagos), <strong>Nova Friburgo<\/strong> (&Aacute;guas de Nova Friburgo), <strong>Araruama<\/strong> (&Aacute;guas de Juturna&iacute;ba), <strong>Casimiro de Abreu<\/strong> (&Aacute;guas de Casimiro), <strong>Bom Jardim<\/strong>, <strong>Cordeiro<\/strong>, <strong>Cantagalo<\/strong>, <strong>Duas Barras <\/strong>e <strong>Sumidouro<\/strong> (Cedae). <\/p>\n<p> <strong>Porci&uacute;ncula<\/strong> (Cedae) tamb&eacute;m est&aacute; entre esses munic&iacute;pios, por&eacute;m, a pesquisa indicou que apenas dez dos 27 testes exigidos tinham sido feitos. <\/p>\n<p> N&oacute;s procuramos a Cedae que disse que &#8220;os dados verificados na pesquisa para o munic&iacute;pio de Porci&uacute;ncula est&atilde;o inconsistentes com os relat&oacute;rios anal&iacute;ticos que cont&ecirc;m o monitoramento de todos os par&acirc;metros de agrot&oacute;xicos&#8221;. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Onde est&atilde;o os dados de 36 munic&iacute;pios?<\/h2>\n<p> A reportagem procurou tamb&eacute;m os respons&aacute;veis pela &aacute;gua dos 36 munic&iacute;pios que n&atilde;o tiveram os n&uacute;meros divulgados para saber se as empresas t&ecirc;m monitorado a qualidade da &aacute;gua que chega &agrave; casa das pessoas. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Cedae<\/h2>\n<p> A Cedae, respons&aacute;vel pelo abastecimento de &aacute;gua em 32 dos 50 munic&iacute;pios procurados pelo <strong>G1<\/strong>, informou que faz a an&aacute;lise dos dados, mas n&atilde;o &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o dela lan&ccedil;ar os n&uacute;meros no Sisagua. Dos munic&iacute;pios atendidos pela companhia, 26 n&atilde;o tiveram os dados compilados pela pesquisa &#8220;Por Tr&aacute;s do Alimento&#8221;. Por isso, procuramos as Prefeituras para responder a afirma&ccedil;&atilde;o da Cedae. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Maca&eacute; <\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p> A Prefeitura de Maca&eacute;, que passa por um processo de <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/noticia\/2019\/04\/24\/camara-autoriza-prefeitura-a-assumir-abastecimento-de-agua-em-macae-no-rj.ghtml'>municipaliza&ccedil;&atilde;o do abastecimento de &aacute;gua<\/a>, disse, por meio de nota, que, &#8220;ao contr&aacute;rio do informado pela Cedae, o governo municipal n&atilde;o recebeu nenhum relat&oacute;rio da concession&aacute;ria acerca dos &iacute;ndices de agrot&oacute;xicos presentes na &aacute;gua&#8221;. <\/p>\n<p> Segundo o &oacute;rg&atilde;o, os relat&oacute;rios entregues pela concession&aacute;ria trazem apenas indicadores como coliformes, cloro e outros. <\/p>\n<p> De acordo com o munic&iacute;pio, &#8220;por esta raz&atilde;o, a Coordenadoria de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, da Secretaria Municipal de Sa&uacute;de, vem, pelo menos desde 2014, emitindo notifica&ccedil;&otilde;es contra a empresa, para que as informa&ccedil;&otilde;es fossem apresentadas&#8221;. <\/p>\n<p> No entanto, segundo a Prefeitura, nenhuma dessas solicita&ccedil;&otilde;es foram atendidas. <\/p>\n<p> Em resposta &agrave; Prefeitura de Maca&eacute;, a Cedae disse que: <\/p>\n<p> &#8220;Semestralmente, conforme preconiza a legisla&ccedil;&atilde;o pertinente, realiza coleta e an&aacute;lises dessas e de outras 96 subst&acirc;ncias e encaminha os relat&oacute;rios para a Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria Municipal de Maca&eacute;. No caso de a Prefeitura ter perdido as informa&ccedil;&otilde;es encaminhadas, a Cedae diz que pode disponibilizar novamente os relat&oacute;rios&#8221;. <\/p>\n<p> Ainda segundo a Cedae, a &uacute;nica solicita&ccedil;&atilde;o da Prefeitura a respeito foi feita na &uacute;ltima quarta (24) e a empresa responder&aacute; com os dados j&aacute; enviados anteriormente. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Teres&oacute;polis <\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p> A Prefeitura de Teres&oacute;polis, tamb&eacute;m atendida pela Cedae, disse que os dados do Sisagua n&atilde;o est&atilde;o atualizados e que &#8220;um conv&ecirc;nio entre as Prefeituras de Teres&oacute;polis, Sumidouro e Sapucaia e a UFF que iria permitir a realiza&ccedil;&atilde;o dessas an&aacute;lises, firmado h&aacute; alguns anos, nunca saiu do papel, por motivos que esta gest&atilde;o desconhece&#8221;. <\/p>\n<p> A Prefeitura tamb&eacute;m ressaltou que est&aacute; em contato com a Vigil&acirc;ncia Estadual em busca de uma solu&ccedil;&atilde;o para poder realizar as an&aacute;lises no Laborat&oacute;rio Central de An&aacute;lises do Governo do Rio de Janeiro (Lacen) e que a expectativa &eacute; que logo que essa solu&ccedil;&atilde;o seja firmada os dados comecem a ser inseridos na plataforma, n&atilde;o sendo poss&iacute;vel estabelecer um prazo para este in&iacute;cio. <\/p>\n<p> O munic&iacute;pio informou, por&eacute;m, que realiza mensalmente a an&aacute;lise das fontes da cidade e encaminha esses resultados para o MP e outras autoridades e publica no site da Prefeitura. A &uacute;ltima dessas publica&ccedil;&otilde;es, segundo a Prefeitura, foi divulgada em 11 de abril. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Quissam&atilde;<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p> A Prefeitura de Quissam&atilde;, disse em nota, que efetua regularmente o lan&ccedil;amento dos relat&oacute;rios recebidos da Cedae no sistema Sisagua. <\/p>\n<p> A Secretaria de Sa&uacute;de do munic&iacute;pio informou que est&aacute; implantando o sistema de an&aacute;lise de agrot&oacute;xicos no manancial (Lagoa Feia) pelo Programa de Sa&uacute;de do Trabalhador. <\/p>\n<p> Segundo a Prefeitura, esta a&ccedil;&atilde;o ser&aacute; realizada em conjunto com o Estado, que receber&aacute; e analisar&aacute; as amostras, atrav&eacute;s do Laborat&oacute;rio Central Noel Nutels (Lacenn), aguardando somente a libera&ccedil;&atilde;o por parte da institui&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p> A Prefeitura informa que os relat&oacute;rios das an&aacute;lises podem ser visualizados no setor da Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de Municipal, que realiza o acompanhamento dos dados desde 2011. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Varre-Sai<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p> A Prefeitura informou que n&atilde;o tem informa&ccedil;&otilde;es porque os dados n&atilde;o foram lan&ccedil;ados antes de 2017. <\/p>\n<p> &#8220;Em 2017 foram lan&ccedil;adas apenas amostras que foram feitas no Lacen, por&eacute;m, por falta de insumos do estado, n&atilde;o foi feita toda compet&ecirc;ncia, diante de orienta&ccedil;&atilde;o era pra dar prioridade a essas an&aacute;lises o que gerou o n&atilde;o lan&ccedil;amento das an&aacute;lises enviadas pela Cedae&#8221;. <\/p>\n<p> Ao final de 2017, segundo o munic&iacute;pio, foi realizada an&aacute;lise pelo Lacen, n&atilde;o acusando a presen&ccedil;a de agrot&oacute;xicos. A Prefeitura explicou ainda que est&aacute; ocorrendo uma capacita&ccedil;&atilde;o para envio dos dados. E as informa&ccedil;&otilde;es que constam &#8220;se encontram dispon&iacute;veis na Secretaria de Sa&uacute;de de Varre-Sai&#8221;. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Itaocara<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p> O munic&iacute;pio disse ao <strong>G1<\/strong> que entrou em contato com a Vigil&acirc;ncia Ambiental do Estado para averiguar se os dados referentes ao monitoramento de agrot&oacute;xicos na &aacute;gua teriam sido enviados no per&iacute;odo de 2014 a 2017. <\/p>\n<p> A Prefeitura disse que recebeu a informa&ccedil;&atilde;o de que em 2013 Itaocara foi um dos munic&iacute;pios convidados a participar do programa de monitoramento de agrot&oacute;xicos na &aacute;gua, mas n&atilde;o manifestou interesse em aderir. <\/p>\n<p> &#8220;N&atilde;o temos a informa&ccedil;&atilde;o da data do &uacute;ltimo levantamento de dados relacionados ao monitoramento de agrot&oacute;xicos na &aacute;gua. A atual gest&atilde;o desconhecia o fato de que o munic&iacute;pio teria sido um dos escolhidos a participar do programa. A partir do pr&oacute;ximo m&ecirc;s o mesmo ser&aacute; implantado e os dados ser&atilde;o lan&ccedil;ados semestralmente no Sis&aacute;gua&#8221;, disse em nota. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Macuco<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p> A Prefeitura de Macuco disse que a Cedae entrega periodicamente um relat&oacute;rio contendo os dados de agrot&oacute;xicos e que, at&eacute; o momento, nenhum relat&oacute;rio veio com os n&iacute;veis de agrot&oacute;xicos fora do padr&atilde;o. <\/p>\n<p> Os relat&oacute;rios da Cedae, segundo a Prefeitura, n&atilde;o s&atilde;o digitados na sua integralidade por defici&ecirc;ncia de RH e quando esse problema for sanado, os dados ser&atilde;o digitados no Sisagua, onde ficam concentradas as informa&ccedil;&otilde;es sobre a an&aacute;lise de &aacute;gua. <\/p>\n<p> A Prefeitura ressaltou que o Sisagua s&oacute; passou a ser usado na sua integralidade pelo munic&iacute;pio no ano de 2017, mas existem relat&oacute;rios dos anos anteriores e que todos os dados ser&atilde;o alocados nos seus devidos lugares, de acordo com as possibilidades da equipe respons&aacute;vel. <\/p>\n<p> O munic&iacute;pio explicou que o cidad&atilde;o que desejar acesso aos dados pode se encaminhar a secretaria de Sa&uacute;de e pedir por informa&ccedil;&otilde;es. <\/p>\n<p> A Prefeitura conclui que as an&aacute;lises apenas n&atilde;o foram digitadas por falta de profissional capacitado, mas que as provid&ecirc;ncias j&aacute; foram tomadas e a partir do m&ecirc;s que vem estar&aacute; regularizado. <\/p>\n<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Outros munic&iacute;pios atendidos pela Cedae sem dados dispon&iacute;veis<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p> O <strong>G1<\/strong> tenta contato e aguarda retorno das Prefeituras de <strong>Aperib&eacute;<\/strong>, <strong>Bom Jesus do Itabapoana<\/strong>, <strong>Cachoeiras de Macacu<\/strong>, <strong>Cambuci<\/strong>, <strong>Carapebus<\/strong>, <strong>Cardoso Moreira<\/strong>, <strong>Italva<\/strong>, <strong>Itaperuna<\/strong>, <strong>Laje do Muria&eacute;<\/strong>, <strong>Maric&aacute;<\/strong>, <strong>Miracema<\/strong>, <strong>Natividade<\/strong>, <strong>Rio Bonito<\/strong>, <strong>Rio das Ostras<\/strong>, <strong>Santa Maria Madalena<\/strong>, <strong>S&atilde;o Fid&eacute;lis<\/strong>, <strong>S&atilde;o Francisco de Itabapoana<\/strong>, <strong>S&atilde;o Jo&atilde;o da Barra<\/strong>, <strong>S&atilde;o Jos&eacute; de Ub&aacute;<\/strong> e <strong>S&atilde;o Sebasti&atilde;o do Alto<\/strong>. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Prolagos<\/h2>\n<p> Quatro munic&iacute;pios atendidos pela concession&aacute;ria Prolagos &#8211; <strong>Arma&ccedil;&atilde;o dos B&uacute;zios<\/strong>, <strong>Arraial do Cabo<\/strong>, <strong>Iguaba Grande<\/strong> e <strong>S&atilde;o Pedro da Aldeia<\/strong> &#8211; n&atilde;o tiveram dados divulgados pela pesquisa &#8220;Por Tr&aacute;s do Alimento&#8221;. <\/p>\n<p> Em nota, a Prolagos contesta o fato de n&atilde;o ter informa&ccedil;&atilde;o dos munic&iacute;pios citados no mapa, visto que, segundo a empresa, &#8220;as an&aacute;lises s&atilde;o efetuadas por laborat&oacute;rio credenciado pelo Inea, certificado pelo Inmetro, e os resultados s&atilde;o preenchidos mensalmente no site do Sisagua&#8221;. <\/p>\n<p> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; qualidade da &aacute;gua, a concession&aacute;ria afirma: <\/p>\n<p> &#8220;A Prolagos garante a qualidade da &aacute;gua distribu&iacute;da para a popula&ccedil;&atilde;o dos cinco munic&iacute;pios da &aacute;rea de concess&atilde;o. O abastecimento tem um rigoroso processo de monitoramento, desde a capta&ccedil;&atilde;o at&eacute; a chegada nos hidr&ocirc;metros dos im&oacute;veis&#8221;, disse em nota, afirmando ainda que todos os par&acirc;metros de an&aacute;lise da &aacute;gua est&atilde;o dentro dos padr&otilde;es estabelecidos pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. <\/p>\n<p> &#8220;Em nenhuma an&aacute;lise realizada pela empresa foi detectada a presen&ccedil;a de agrot&oacute;xicos acima dos limites permitidos na Portaria de Consolida&ccedil;&atilde;o n&ordm; 5 de 2017[&#8230;] A concession&aacute;ria cumpre uma rotina de controle da qualidade que inclui a realiza&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria de coletas e an&aacute;lises laboratoriais da &aacute;gua em diversas partes do sistema de abastecimento, que totalizam mais de quatro mil exames mensais&#8221; <\/p>\n<\/p>\n<h2>&Aacute;guas de Juturna&iacute;ba<\/h2>\n<p> Os munic&iacute;pios de <strong>Silva Jardim<\/strong> e <strong>Saquarema<\/strong>, atendidos pela &Aacute;guas de Juturna&iacute;ba, tamb&eacute;m est&atilde;o sem dados no estudo feito pela Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica e Rep&oacute;rter Brasil a partir dos relat&oacute;rios oficiais do Sisagua. <\/p>\n<p> A concession&aacute;ria disse ao <strong>G1<\/strong> que o que vale para o munic&iacute;pio de Araruama (que teve dados de agrot&oacute;xicos lan&ccedil;ados) &eacute; o que vale para Silva Jardim e Saquarema, pois se trata do mesmo sistema produtor. <\/p>\n<p> Ao ser questionada sobre os riscos de contamina&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua no trajeto pela tubula&ccedil;&atilde;o at&eacute; chegar &agrave;s torneiras dos moradores das outras cidades, a empresa informou, em outra nota: <\/p>\n<p> &#8220;N&atilde;o h&aacute; possibilidade de contamina&ccedil;&atilde;o, pois a &aacute;gua &eacute; transportada por tubula&ccedil;&atilde;o fechada e pressurizada. A &aacute;gua que chega em Araruama &eacute; exatamente a mesma que chega nas outras cidades&#8221;. <\/p>\n<p> A empresa tamb&eacute;m disse que &#8220;s&atilde;o realizadas, semestralmente, an&aacute;lises de monitoramento em todos os sistemas de abastecimento. As an&aacute;lises contemplam 94 par&acirc;metros, dentre eles os agrot&oacute;xicos e herbicidas citados na pesquisa, respeitando os limites estabelecidos na legisla&ccedil;&atilde;o brasileira&#8221;. <\/p>\n<p> A concession&aacute;ria ressalta que &#8220;os relat&oacute;rios com os resultados da qualidade da &aacute;gua s&atilde;o enviados mensalmente ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e, tamb&eacute;m, disponibilizados &agrave; Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria Municipal, n&atilde;o havendo comprometimento da qualidade da &aacute;gua distribu&iacute;da pela empresa&#8221;. <\/p>\n<\/p>\n<h2>Munic&iacute;pios aut&ocirc;nomos<\/h2>\n<p> Os pr&oacute;prios munic&iacute;pios de <strong>Areal<\/strong>, <strong>S&atilde;o Jos&eacute; do Vale do Rio Preto<\/strong>, <strong>Carmo<\/strong> e <strong>Concei&ccedil;&atilde;o de Macabu <\/strong>s&atilde;o respons&aacute;veis pela distribui&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua para a popula&ccedil;&atilde;o. O <strong>G1<\/strong> entrou em contato com as Prefeituras e aguarda retorno sobre a falta de disponilidade dos dados no sistema Sisagua, como constatou a pesquisa &#8220;Por Tr&aacute;s do Alimento&#8221;. <\/p>\n<p> Essa reportagem ser&aacute; atualizada conforme o envio de novas informa&ccedil;&otilde;es. <\/p>\n<p> *Estagi&aacute;rio sob a supervis&atilde;o de Ariane Marques. <\/p>\n<ul>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/aperibe\/' class='entities__list-itemLink'> Aperib&eacute; <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/araruama\/' class='entities__list-itemLink'> Araruama <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/areal\/' class='entities__list-itemLink'> Areal <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/armacao-de-buzios\/' class='entities__list-itemLink'> Arma&ccedil;&atilde;o dos B&uacute;zios <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/arraial-do-cabo\/' class='entities__list-itemLink'> Arraial do Cabo <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/bom-jardim-rj\/' class='entities__list-itemLink'> Bom Jardim <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/bom-jesus-do-itabapoana\/' class='entities__list-itemLink'> Bom Jesus do Itabapoana <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/cabo-frio\/' class='entities__list-itemLink'> Cabo Frio <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/cachoeiras-de-macacu\/' class='entities__list-itemLink'> Cachoeiras de Macacu <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/cambuci\/' class='entities__list-itemLink'> Cambuci <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/campos-dos-goytacazes\/' class='entities__list-itemLink'> Campos dos Goytacazes <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/cantagalo-rj\/' class='entities__list-itemLink'> Cantagalo <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/carapebus\/' class='entities__list-itemLink'> Carapebus <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/cardoso-moreira\/' class='entities__list-itemLink'> Cardoso Moreira <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/carmo\/' class='entities__list-itemLink'> Carmo <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/casimiro-de-abreu\/' class='entities__list-itemLink'> Casimiro de Abreu <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/conceicao-de-macabu\/' class='entities__list-itemLink'> Concei&ccedil;&atilde;o de Macabu <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/cordeiro\/' class='entities__list-itemLink'> Cordeiro <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/duas-barras\/' class='entities__list-itemLink'> Duas Barras <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/iguaba-grande\/' class='entities__list-itemLink'> Iguaba Grande <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/italva\/' class='entities__list-itemLink'> Italva <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/itaocara\/' class='entities__list-itemLink'> Itaocara <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/itaperuna\/' class='entities__list-itemLink'> Itaperuna <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/laje-do-muriae\/' class='entities__list-itemLink'> Laje do Muria&eacute; <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/macae\/' class='entities__list-itemLink'> Maca&eacute; <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/macuco\/' class='entities__list-itemLink'> Macuco <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/marica\/' class='entities__list-itemLink'> Maric&aacute; <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/miracema\/' class='entities__list-itemLink'> Miracema <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/natividade-rj\/' class='entities__list-itemLink'> Natividade <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/nova-friburgo\/' class='entities__list-itemLink'> Nova Friburgo <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/petropolis\/' class='entities__list-itemLink'> Petr&oacute;polis <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/porciuncula\/' class='entities__list-itemLink'> Porci&uacute;ncula <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/quissama\/' class='entities__list-itemLink'> Quissam&atilde; <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/rio-bonito\/' class='entities__list-itemLink'> Rio Bonito <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/rio-das-ostras\/' class='entities__list-itemLink'> Rio das Ostras <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/santa-maria-madalena\/' class='entities__list-itemLink'> Santa Maria Madalena <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/santo-antonio-de-padua\/' class='entities__list-itemLink'> Santo Ant&ocirc;nio de P&aacute;dua <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/saquarema\/' class='entities__list-itemLink'> Saquarema <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/silva-jardim\/' class='entities__list-itemLink'> Silva Jardim <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/sumidouro\/' class='entities__list-itemLink'> Sumidouro <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/sao-fidelis\/' class='entities__list-itemLink'> S&atilde;o Fid&eacute;lis <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/sao-francisco-de-itabapoana\/' class='entities__list-itemLink'> S&atilde;o Francisco de Itabapoana <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/sao-jose-de-uba\/' class='entities__list-itemLink'> S&atilde;o Jos&eacute; de Ub&aacute; <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/sao-jose-do-vale-do-rio-preto\/' class='entities__list-itemLink'> S&atilde;o Jos&eacute; do Vale do Rio Preto <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/sao-joao-da-barra\/' class='entities__list-itemLink'> S&atilde;o Jo&atilde;o da Barra <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-dos-lagos\/cidade\/sao-pedro-da-aldeia\/' class='entities__list-itemLink'> S&atilde;o Pedro da Aldeia <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/sao-sebastiao-do-alto\/' class='entities__list-itemLink'> S&atilde;o Sebasti&atilde;o do Alto <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/teresopolis\/' class='entities__list-itemLink'> Teres&oacute;polis <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/regiao-serrana\/cidade\/trajano-de-moraes\/' class='entities__list-itemLink'> Trajano de Moraes <\/a> <\/li>\n<li> <a href='https:\/\/g1.globo.com\/rj\/norte-fluminense\/cidade\/varre-sai\/' class='entities__list-itemLink'> Varre-Sai <\/a> <\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O G1 buscou informa&ccedil;&otilde;es sobre os n&iacute;veis de agrot&oacute;xicos presentes na &aacute;gua consumida em 50 munic&iacute;pios do interior do Rio, &aacute;rea de cobertura da Inter TV, com base na pesquisa &#8220;Por Tr&aacute;s do Alimento&#8221;, divulgada em 15 de abril pelas organiza&ccedil;&otilde;es Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica, Rep&oacute;rter Brasil e Public Eye. 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