{"id":21210,"date":"2019-04-26T20:45:16","date_gmt":"2019-04-26T20:45:16","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/cca_post-2\/"},"modified":"2019-04-26T20:45:17","modified_gmt":"2019-04-26T20:45:17","slug":"hospitais-federais-no-rio-de-janeiro-receberao-r-120-milhoes-exame","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/index.php\/2019\/04\/26\/hospitais-federais-no-rio-de-janeiro-receberao-r-120-milhoes-exame\/","title":{"rendered":"Hospitais federais no Rio de Janeiro receber\u00e3o R$ 120 milh\u00f5es | EXAME"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21212\" src=\"http:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/hospital-federal-da-lago-no-rio-de-janeiro.jpeg\" alt=\"Hospital Federal da Lago no Rio de Janeiro\" width=\"800\" height=\"400\" \/><\/img><\/p>\n<p>Rio de Janeiro: o ministro informou que houve o aumento de 32% no n&uacute;mero de pacientes atendidos&nbsp;(DEPARTAMENTO DE GEST&Atilde;O HOSPITALar\/Reprodu&ccedil;&atilde;o)<\/p>\n<p>O <strong><a href='https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/ministerio-da-saude\/'>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de<\/a><\/strong> e a Secretaria-Geral da Presid&ecirc;ncia v&atilde;o aplicar R$ 120 milh&otilde;es em reformas nos seis hospitais federais no Rio de Janeiro. Segundo o ministro da Sa&uacute;de, <strong>Luiz Henrique Mandetta<\/strong>, as obras ser&atilde;o realizadas em instala&ccedil;&otilde;es el&eacute;tricas e hidr&aacute;ulicas, em &aacute;reas de ambienta&ccedil;&atilde;o e de recupera&ccedil;&atilde;o. As prioridades ser&atilde;o encaminhadas pelas dire&ccedil;&otilde;es dos hospitais da Lagoa, de Ipanema, de Bonsucesso, dos Servidores do Estado, do Andara&iacute; e no Cardoso Fontes.<\/p>\n<p>&ldquo;A autoriza&ccedil;&atilde;o e a defini&ccedil;&atilde;o do valor j&aacute; foi dada. Agora vem a fase de entrar no sistema e fazer a an&aacute;lise dos projetos, que &eacute; muito mais t&eacute;cnica, uma coisa de engenharia, mas a gente j&aacute; d&aacute; um passo de identificar que esse valor pelo menos coloca esses hospitais em uma condi&ccedil;&atilde;o melhor. No Hospital da Lagoa, a gente tem problema no andar de cima, tem problema nas enfermarias do Hospital de Bonsucesso&rdquo;, disse o ministro.<\/p>\n<p>J&aacute; no Hospital do Andara&iacute;, a situa&ccedil;&atilde;o, segundo o ministro, &eacute; t&atilde;o prec&aacute;ria que est&aacute; em estudo a possibilidade de construir uma outra unidade na regi&atilde;o. &ldquo;Ali a gente tem discutido se vamos caminhar em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; reforma ou se aquela regi&atilde;o, que s&oacute; tem o Andara&iacute;, comporta uma outra unidade hospitalar, e no Andara&iacute; a gente fazer somente cuidados mais paliativos at&eacute; que tenhamos uma unidade mais moderna. Isso &eacute; ainda um ponto de discuss&atilde;o. Uma equipe de engenheiros e arquitetos vai fazer uma leitura mais adequada do Andara&iacute;&rdquo;.<\/p>\n<h3>A&ccedil;&atilde;o integrada<\/h3>\n<p>O ministro deu as declara&ccedil;&otilde;es ao lado do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presid&ecirc;ncia, Floriano Peixoto. Os dois se reuniram com o Comit&ecirc; Gestor da A&ccedil;&atilde;o Integrada nos Hospitais Federais do Rio de Janeiro, na sede do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, no centro do Rio, para discutir as medidas e a&ccedil;&otilde;es executadas para organizar e melhorar o atendimento e gest&atilde;o nas unidades federais que funcionam no estado.<\/p>\n<p>O ministro Floriano Peixoto informou que houve um aumento de 32% no n&uacute;mero de consultas de emerg&ecirc;ncia entre janeiro a mar&ccedil;o em compara&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2018. Houve ainda 7% de crescimento nos atendimentos ambulatoriais, de 10% nas interna&ccedil;&otilde;es e 3% no total de cirurgias. Esses n&uacute;meros resultaram em 250.155 atendimentos, o que significa 20.216 a mais que o registrado no ano anterior.<\/p>\n<p>Outro dado considerado positivo pelo ministro Floriano Peixoto foi a qualifica&ccedil;&atilde;o de atendimentos realizada no per&iacute;odo tanto na gest&atilde;o administrativa como na parte m&eacute;dica. A equipe de trabalho &eacute; integrada por 50 profissionais dos hospitais de refer&ecirc;ncia S&iacute;rio-Liban&ecirc;s (SP), Albert Einstein (SP), Alem&atilde;o Oswaldo Cruz (SP), Hospital do Cora&ccedil;&atilde;o (SP) e Moinhos de Vento (RS), que realizaram mais de 100 visitas &agrave;s unidades federais, o que resultou na capacita&ccedil;&atilde;o de 1.413 funcion&aacute;rios.<\/p>\n<p>Floriano Peixoto disse que o processo de centraliza&ccedil;&atilde;o de compras e de servi&ccedil;os vai permitir, dentro de uma transi&ccedil;&atilde;o, que as compras e contrata&ccedil;&otilde;es individualizadas sejam expandidas. &ldquo;A gente espera que com esse procedimento, que deve se completar em dois anos, a gente possa trazer uma economia de R$ 50 milh&otilde;es para os cofres p&uacute;blicos&rdquo;.<\/p>\n<h3>Medicamentos<\/h3>\n<p>O levantamento feito nos tr&ecirc;s meses das atividades da A&ccedil;&atilde;o Integrada apontou tamb&eacute;m falta de alguns itens de medicamentos em quase todos os seis hospitais federais. O ministro da Sa&uacute;de, Luiz Henrique Mandetta, deu como exemplo unidades que n&atilde;o tinham &aacute;lcool gel, elemento de seguran&ccedil;a e de utiliza&ccedil;&atilde;o, que na sua falta impede uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es de atendimentos. &ldquo;Os hospitais n&atilde;o trabalhavam com nenhum tipo de gest&atilde;o e de organiza&ccedil;&atilde;o desse estoque&rdquo;.<\/p>\n<p>Para o ministro, a falta de medicamentos ser&aacute; resolvida com o sistema de informatiza&ccedil;&atilde;o do estoque hospitalar nos seis hospitais, o acompanhamento da quantidade e da utiliza&ccedil;&atilde;o dos medicamentos, com a implanta&ccedil;&atilde;o do uso da dose fracionada por paciente.<\/p>\n<p>At&eacute; ent&atilde;o, segundo o ministro, uma enfermaria pedia um tipo de medicamento para um paciente que n&atilde;o precisaria usar todos os comprimidos da cartela e ela n&atilde;o retornava aos estoques para ser utilizada em outro atendimento. &ldquo;Agora, manda-se um comprimido para aquele paciente no hor&aacute;rio prescrito. Essa &eacute; a fase que a gente come&ccedil;a agora. A primeira foi de identifica&ccedil;&atilde;o de todos os gargalos&rdquo;, disse Mandetta.<\/p>\n<p>O levantamento localizou tamb&eacute;m medicamentos vencidos nas farm&aacute;cias dos hospitais. &ldquo;A gente encontrou, sim, a situa&ccedil;&atilde;o de muitos medicamentos no &acirc;mbito dos seis hospitais, mas por falta de controle de abastecimento&rdquo;, disse Mandetta.<\/p>\n<p>Segundo o ministro da Sa&uacute;de, problemas de recursos humanos s&atilde;o mais um caso de entraves encontrados nesse per&iacute;odo. &ldquo;Temos funcion&aacute;rios p&uacute;blicos federais de uma carreira que praticamente tem sido deixada para a extin&ccedil;&atilde;o, que &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;dicos concursados federais. Tem a improvisa&ccedil;&atilde;o com a quest&atilde;o dos contratos tempor&aacute;rios, que acabam n&atilde;o dando para esses profissionais um v&iacute;nculo qualificado com esses hospitais. Eles se veem sempre como uma solu&ccedil;&atilde;o paliativa para o momento e n&atilde;o sabem se v&atilde;o continuar. Isso sempre prejudica&rdquo;.<\/p>\n<p>A a&ccedil;&atilde;o integrada constatou ainda a falta de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o nas unidades. Mandetta adiantou que nessa &aacute;rea haver&aacute; o sistema de gest&atilde;o dos estoques, primeiro no Hospital de Bonsucesso, que depois se estender&aacute; &agrave;s outras unidades.<\/p>\n<h3>Seguran&ccedil;a<\/h3>\n<p>O balan&ccedil;o dos tr&ecirc;s meses de A&ccedil;&atilde;o Integrada de Apoio &agrave; Gest&atilde;o dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro n&atilde;o apontou problemas na &aacute;rea de seguran&ccedil;a. &ldquo;Zero, zero, zero, zero&rdquo;, disse o ministro Floriano Peixoto.<\/p>\n<p>O ministro negou que o trabalho da equipe de militares enviada ao Hospital de Bonsucesso no &acirc;mbito da a&ccedil;&atilde;o integrada tenha a fun&ccedil;&atilde;o de apura&ccedil;&atilde;o policial. &ldquo;Eles n&atilde;o foram l&aacute; para fazer qualquer investiga&ccedil;&atilde;o policial&rdquo;, disse Floriano Peixoto.<\/p>\n<p>Segundo secret&aacute;rio-geral da Presid&ecirc;ncia, o prop&oacute;sito do trabalho dos oficiais no Hospital de Bonsucesso foi contribuir com a gest&atilde;o. &ldquo;N&atilde;o temos nenhum militar na fun&ccedil;&atilde;o de ordenador de despesas ou ocupando cargo na estrutura do hospital. Eles est&atilde;o l&aacute; para ajudar na gest&atilde;o e terminaram a primeira fase, que estamos concluindo [agora], com relat&oacute;rio propositivo, uma identifica&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o do hospital e com um documento que estabelece recomenda&ccedil;&otilde;es para a administra&ccedil;&atilde;o e infraestrutura do hospital. A miss&atilde;o deles foi muito bem cumprida. N&atilde;o tivemos, em nenhum momento, rea&ccedil;&atilde;o do hospital relativa ao trabalho dos oficiais. Muito pelo contr&aacute;rio. Um exemplo que caracteriza muito bem foi a melhoria dos atendimentos&rdquo;, disse.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rio de Janeiro: o ministro informou que houve o aumento de 32% no n&uacute;mero de pacientes atendidos&nbsp;(DEPARTAMENTO DE GEST&Atilde;O HOSPITALar\/Reprodu&ccedil;&atilde;o) O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e a Secretaria-Geral da Presid&ecirc;ncia v&atilde;o aplicar R$ 120 milh&otilde;es em reformas nos seis hospitais federais no Rio de Janeiro. 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