{"id":61368,"date":"2024-05-25T14:29:53","date_gmt":"2024-05-25T14:29:53","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/?p=61368"},"modified":"2024-05-25T14:29:53","modified_gmt":"2024-05-25T14:29:53","slug":"entenda-como-e-a-exploracao-do-gas-de-xisto-e-seus-impactos-governo-quer-facilitar-licencas-economia-g1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/index.php\/2024\/05\/25\/entenda-como-e-a-exploracao-do-gas-de-xisto-e-seus-impactos-governo-quer-facilitar-licencas-economia-g1\/","title":{"rendered":"Entenda como \u00e9 a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto e seus impactos; governo quer facilitar licen\u00e7as | Economia | G1"},"content":{"rendered":"<br \/>\n<h1>Entenda como \u00e9 a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto e seus impactos; governo quer facilitar licen\u00e7as<\/h1>\n<h2>Recurso \u00e9 encontrado em rochas de dif\u00edcil extra\u00e7\u00e3o. Brasil tem potencial inexplorado, mas experi\u00eancias internacionais levantam quest\u00f5es sobre impactos no meio ambiente.<\/h2>\n<p> Por <a class=\"multi_signatures\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/autores\/lais-carregosa\/\">Lais Carregosa<\/a>, g1 &mdash; Bras\u00edlia <\/p>\n<p>  25\/05\/2024 08h05    Atualizado  25\/05\/2024    <\/p>\n<p>                   1 de 1&#013;Explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de xisto na Argentina \u2014 Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Presid\u00eancia da Argentina    <\/p>\n<p> Explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de xisto na Argentina \u2014 Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Presid\u00eancia da Argentina <\/p>\n<p> O <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/ministerio-de-minas-e-energia\/\">Minist\u00e9rio de Minas e Energia<\/a> quer aumentar a oferta de g\u00e1s natural n\u00e3o convencional \u2013 popularmente chamado de g\u00e1s de xisto \u2013 no pa\u00eds. O objetivo \u00e9 baratear o custo do insumo para a ind\u00fastria. <\/p>\n<p> Algumas atividades industriais, como a fabrica\u00e7\u00e3o de fertilizantes e vidros, por exemplo, demandam o uso de g\u00e1s natural em grande quantidade. <\/p>\n<p> Para viabilizar esse aumento da oferta o governo estuda mudan\u00e7as nas regras de licenciamento ambiental, como mostrou o <strong>g1<\/strong>. <\/p>\n<p> O Executivo tamb\u00e9m vai criar um comit\u00ea de monitoramento dos projetos de g\u00e1s em curso e ainda em fase de estudos no Brasil. E avalia a importa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel de Vaca Muerta, na Argentina. <\/p>\n<p> Contudo, a explora\u00e7\u00e3o desses recursos est\u00e1 associada a riscos ambientais e sociais, como abalos s\u00edsmicos, contamina\u00e7\u00e3o de len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos e uso intensivo da \u00e1gua. <\/p>\n<p> <strong>Entenda nesta reportagem <\/strong>(clique na pergunta para seguir \u00e0 resposta)<strong>: <\/strong> <\/p>\n<ul>\n<li>o que \u00e9 o g\u00e1s de xisto? <\/li>\n<li>o que \u00e9 fraturamento hidr\u00e1ulico? <\/li>\n<li>quais os riscos associados? <\/li>\n<li>qual o potencial de produ\u00e7\u00e3o nacional? <\/li>\n<li>quais os projetos em andamento? <\/li>\n<\/ul>\n<p>                   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-61370\" src=\"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/cidades-e-solucoes-exploracao-de-gas-xisto-traz-riscos-ao-brasil-e-argentina.jpeg\" alt=\"Cidades e Solu\u00e7\u00f5es: Explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s xisto traz riscos ao Brasil e Argentina\" width=\"800\" height=\"400\" \/>       <\/p>\n<p> Cidades e Solu\u00e7\u00f5es: Explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s xisto traz riscos ao Brasil e Argentina <\/p>\n<p><h2>O que \u00e9 o g\u00e1s de xisto? <\/h2>\n<\/p>\n<p> G\u00e1s de xisto \u00e9 um termo que se popularizou no Brasil para tratar de g\u00e1s n\u00e3o convencional \u2013 extra\u00eddo de rochas de folhelho. <\/p>\n<p> Esses recursos s\u00e3o extra\u00eddos de rochas com baixa permeabilidade e baixa porosidade. Tanto o g\u00e1s quanto o petr\u00f3leo encontrado nesse tipo de forma\u00e7\u00e3o rochosa s\u00e3o chamados de recursos \u201cn\u00e3o convencionais\u201d. <\/p>\n<p> A diferen\u00e7a entre a explora\u00e7\u00e3o \u201cn\u00e3o convencional\u201d e \u201cconvencional\u201d \u00e9 a facilidade de extra\u00e7\u00e3o desses recursos. <\/p>\n<p> Nos po\u00e7os <strong>convencionais<\/strong>, o petr\u00f3leo e o g\u00e1s natural fluem com facilidade depois da perfura\u00e7\u00e3o devido \u00e0 press\u00e3o atmosf\u00e9rica, j\u00e1 que as rochas s\u00e3o mais porosas e perme\u00e1veis, explica o professor da Universidade de S\u00e3o Paulo (<a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/educacao\/universidade\/usp\/\">USP<\/a>), Edmilson Moutinho dos Santos. <\/p>\n<p>\u201cAntigamente, os recursos que se encontravam em rochas bem menos porosas e perme\u00e1veis, n\u00f3s nem consider\u00e1vamos como recursos economicamente vi\u00e1veis. Era uma situa\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica n\u00e3o economicamente vi\u00e1vel, que \u00e9 um volume muito maior que o outro. A maior parte das rochas n\u00e3o s\u00e3o boas\u201d, afirmou. <\/p>\n<p> No entanto, com o desenvolvimento da t\u00e9cnica de fraturamento hidr\u00e1ulico, a explora\u00e7\u00e3o desse tipo de recurso se tornou vi\u00e1vel do ponto de vista econ\u00f4mico e operacional. <\/p>\n<p> De acordo com a Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), duas t\u00e9cnicas permitem a explora\u00e7\u00e3o desse tipo de recurso: a perfura\u00e7\u00e3o direcional e o fraturamento hidr\u00e1ulico. <\/p>\n<p><h2>O que \u00e9 fraturamento hidr\u00e1ulico? <\/h2>\n<\/p>\n<p> A t\u00e9cnica de fraturamento hidr\u00e1ulico \u00e9 uma forma de estimular o po\u00e7o para aumentar a produtividade. O m\u00e9todo consiste em fraturar as rochas para abrir \u201cespa\u00e7os\u201d por onde o g\u00e1s e o petr\u00f3leo possam fluir. <\/p>\n<p> \u201cVoc\u00ea tem que fazer po\u00e7os maiores, mais longos, normalmente s\u00e3o po\u00e7os horizontais. A broca come\u00e7a na vertical, vai desviando e entra na rocha de forma horizontal. E, depois, vai fraturando essa rocha por partes\u201d, afirmou o professor da USP. <\/p>\n<p> O fraturamento hidr\u00e1ulico \u00e9 feito por meio da inje\u00e7\u00e3o de fluidos, chamados de &quot;coquet\u00e9is&quot; \u2013 que cont\u00eam \u00e1gua, areias finas e compostos qu\u00edmicos. <\/p>\n<p> Segundo a EPE, na t\u00e9cnica, \u00e9 utilizado este fluido de fraturamento para evitar o fechamento dos espa\u00e7os abertos com a perfura\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>                   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-61371\" src=\"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/exploracao-de-gas-de-xisto-preocupa-ambientalistas.jpeg\" alt=\"Explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de xisto preocupa ambientalistas\" width=\"800\" height=\"400\" \/>       <\/p>\n<p> Explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de xisto preocupa ambientalistas <\/p>\n<p><h2>Quais os riscos associados? <\/h2>\n<\/p>\n<p> A t\u00e9cnica cont\u00e9m riscos ambientais associados, como poss\u00edveis tremores de terra, contamina\u00e7\u00e3o de len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos e gasto de \u00e1gua em grandes quantidades. <\/p>\n<p> Em parecer t\u00e9cnico de 2013, que subsidiou a concess\u00e3o de blocos explorat\u00f3rios pelo governo, o <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/ibama\/\">Ibama<\/a> cita algumas preocupa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de n\u00e3o convencionais. S\u00e3o: <\/p>\n<ul>\n<li><strong>abertura de vias de acesso e instala\u00e7\u00e3o de canteiros<\/strong>, uma vez que \u00e9 preciso perfurar mais po\u00e7os para produzir recursos n\u00e3o convencionais; <\/li>\n<li><strong>utiliza\u00e7\u00e3o de recursos h\u00eddricos<\/strong>. O Ibama cita estudo que estima a utiliza\u00e7\u00e3o de 9 mil a 29 mil metros c\u00fabicos de \u00e1gua por po\u00e7o perfurado \u2013o suficiente para encher aproximadamente 4 a 12 piscinas ol\u00edmpicas; <\/li>\n<li><strong>contamina\u00e7\u00e3o de len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos<\/strong>; <\/li>\n<li><strong>descarte de rejeitos e da \u00e1gua utilizada na produ\u00e7\u00e3o<\/strong>, cuja composi\u00e7\u00e3o \u201cpode apresentar metais pesados e ocorr\u00eancia de elementos com \u00edndice de radioatividade natural que requerem especial manejo e disposi\u00e7\u00e3o\u201d; <\/li>\n<li><strong>indu\u00e7\u00e3o de abalos s\u00edsmicos<\/strong>, com a inje\u00e7\u00e3o da \u00e1gua de descarte em po\u00e7os que j\u00e1 n\u00e3o produzem mais; <\/li>\n<li><strong>utiliza\u00e7\u00e3o de fluidos e produtos qu\u00edmicos<\/strong>. Segundo o Ibama, alguns compostos utilizados n\u00e3o t\u00eam sua formula\u00e7\u00e3o divulgada e seu comportamento no ambiente n\u00e3o foi estudado para diversos casos. <\/li>\n<\/ul>\n<p>\u201cVoc\u00ea tem alguns elementos qu\u00edmicos usados nesse coquetel que, se n\u00e3o ficarem contidos no ambiente ali da rocha, podem ser nocivos se vierem a encontrar len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos, subir \u00e0 superf\u00edcie e vazar\u201d, afirmou o professor da USP. <\/p>\n<p> Segundo o professor Edmilson Coutinho dos Santos, os coquet\u00e9is t\u00eam baixa quantidade de produtos qu\u00edmicos, mas podem ser contaminantes caso haja algum incidente. <\/p>\n<p> A diretora do Instituto Arayara, Nicole Oliveira, afirma que a contamina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m traz riscos \u00e0 sa\u00fade, como incid\u00eancia de c\u00e2ncer e redu\u00e7\u00e3o da taxa de natalidade. Ela defende que a discuss\u00e3o sobre o fraturamento seja feita em n\u00edvel nacional, e n\u00e3o estadual. <\/p>\n<p>\u201cA Europa tem barreiras fitossanit\u00e1rias de diversos qu\u00edmicos que, se forem utilizados em regi\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, essa produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser importada pela Europa. V\u00e1rios desses qu\u00edmicos est\u00e3o nos componentes usados pelo fracking.\u201d <\/p>\n<p> A diretora da Arayara tamb\u00e9m cita danos \u00e0 paisagem, uma vez que a explora\u00e7\u00e3o de recursos n\u00e3o convencionais exige a perfura\u00e7\u00e3o de mais po\u00e7os para extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural. <\/p>\n<p> Para o superintendente de Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis da EPE, Marcos Frederico de Souza, os riscos s\u00e3o operacionais e dependem do tipo de produ\u00e7\u00e3o no Brasil. <\/p>\n<p>\u201cA gente n\u00e3o conhece nossos reservat\u00f3rios, os fluidos que se pode usar al\u00e9m da \u00e1gua e da areia variam de acordo com o que \u00e9 encontrado [no reservat\u00f3rio]. Mas isso pode ser tratado e usamos uma s\u00e9rie de outras possibilidades, que se pode testar. Mas o risco \u00e9 operacional\u201d, afirmou. <\/p>\n<p> Segundo Souza, os riscos s\u00e3o comuns a esse tipo de atividade. Ele afirma que o Brasil j\u00e1 tem experi\u00eancia com a t\u00e9cnica de fraturamento hidr\u00e1ulico para aumento da produ\u00e7\u00e3o em \u00e1reas &quot;convencionais&quot;, com seguran\u00e7a ambiental. <\/p>\n<p>&quot;O risco na opera\u00e7\u00e3o, primeiro que se usa muita \u00e1gua, coisa que n\u00e3o se precisa no convencional. E como ela \u00e9 circulante, voc\u00ea tem que tratar essa \u00e1gua. Esse cuidado que tem que ser tomado, para que essa \u00e1gua contaminada com os res\u00edduos que t\u00eam l\u00e1 no reservat\u00f3rio, n\u00e3o invada o len\u00e7ol [fre\u00e1tico]. \u00c9 um cuidado que a ind\u00fastria est\u00e1 cansada de saber&quot;, declarou.<\/p>\n<p><h2>Qual o potencial de produ\u00e7\u00e3o nacional? <\/h2>\n<\/p>\n<p> O superintendente da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica explica que, por falta de conhecimento dos recursos n\u00e3o convencionais no Brasil, a estatal de pesquisa n\u00e3o estima o potencial de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p> Contudo, com base em semelhan\u00e7as geol\u00f3gicas com outros pa\u00edses, a Ag\u00eancia Internacional de Energia (EIA, na sigla em ingl\u00eas) calculou um potencial de produ\u00e7\u00e3o g\u00e1s n\u00e3o convencional no Brasil 15 vezes superior \u00e0s reservas atuais de g\u00e1s. <\/p>\n<p> De acordo com estudos preliminares, a EPE identificou que as reservas n\u00e3o convencionais s\u00e3o encontradas em terra, nas seguintes bacias: <\/p>\n<ul>\n<li><strong>Amazonas<\/strong>, nos estados do Amazonas e Par\u00e1; <\/li>\n<li><strong>Solim\u00f5es<\/strong>, no estado do Amazonas; <\/li>\n<li><strong>Parna\u00edba<\/strong>, no Maranh\u00e3o, Piau\u00ed e Tocantins; <\/li>\n<li><strong>Rec\u00f4ncavo<\/strong>, na Bahia; <\/li>\n<li><strong>Parecis<\/strong>, no Mato Grosso e Rond\u00f4nia; <\/li>\n<li><strong>S\u00e3o Francisco<\/strong>, Minas Gerais e Bahia e em pequenas \u00e1reas de Goi\u00e1s, Tocantins e Distrito Federal; <\/li>\n<li><strong>Bacia do Paran\u00e1<\/strong>, no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi\u00e1s, Minas Gerais, S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. <\/li>\n<\/ul>\n<p> Segundo o professor Edmilson Coutinho, da USP, uma das dificuldades para a defesa dos recursos n\u00e3o convencionais \u00e9 a necessidade de infraestrutura para levar a produ\u00e7\u00e3o aos grandes centros de consumo, principalmente a partir da Bacia do Paran\u00e1. <\/p>\n<p> Contudo, o professor ressalva que o g\u00e1s n\u00e3o convencional pode servir \u00e0 interioriza\u00e7\u00e3o do recurso, apoiando a instala\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias perto dos centros de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p> Os defensores da explora\u00e7\u00e3o apontam para o aumento da produ\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos, que se tornou o maior produtor mundial de petr\u00f3leo por causa dos recursos n\u00e3o convencionais. Esse produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode servir para baratear o pre\u00e7o do insumo, principalmente o g\u00e1s natural \u2013objetivo do grupo de trabalho do \u201cG\u00e1s para Empregar\u201d. <\/p>\n<p> J\u00e1 quem \u00e9 contra a explora\u00e7\u00e3o de n\u00e3o convencionais cita os riscos associados e o fato de alguns estados e munic\u00edpios brasileiros j\u00e1 terem publicado leis que pro\u00edbem a explora\u00e7\u00e3o de n\u00e3o convencionais por meio da t\u00e9cnica de fraturamento hidr\u00e1ulico. Esse \u00e9 o caso do Paran\u00e1 e de Santa Catarina. <\/p>\n<p>\u201cO fracking [fraturamento] j\u00e1 foi discutido. Faz 15 anos que a gente discute sobre o fracking no Brasil e a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer\u201d, afirmou Oliveira. <\/p>\n<p>                   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-61372\" src=\"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/alesc-aprova-projeto-que-proibe-a-exploracao-do-gas-de-xisto-em-sc.jpeg\" alt=\"Alesc aprova projeto que pro\u00edbe a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto em SC\" width=\"800\" height=\"400\" \/>       <\/p>\n<p> Alesc aprova projeto que pro\u00edbe a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto em SC <\/p>\n<p><h2>Quais os projetos em andamento? <\/h2>\n<\/p>\n<p> Atualmente, n\u00e3o h\u00e1 produ\u00e7\u00e3o de n\u00e3o convencionais no Brasil. Em 2020, o governo criou um programa para fazer a perfura\u00e7\u00e3o de um po\u00e7o, que seria monitorado, gerando dados sobre a t\u00e9cnica e seus impactos. <\/p>\n<p> \u201c\u00c9 um po\u00e7o de investiga\u00e7\u00e3o. A proposta \u00e9 que uma empresa entre com recurso e possa, junto com o processo ambiental, dar todo o check list do processo que a gente ainda n\u00e3o conhece no Brasil\u201d, afirmou o superintendente da EPE, Marcos Frederico de Souza. <\/p>\n<p> O programa ainda est\u00e1 ativo, mas o po\u00e7o n\u00e3o foi perfurado. Chamado de \u201cPo\u00e7o Transparente\u201d, o programa depende de que as empresas com blocos explorat\u00f3rios em locais com reservat\u00f3rios de n\u00e3o convencionais qualifiquem os seus projetos junto ao governo. <\/p>\n<ul>\n<li> <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/epe\/\" class=\"entities__list-itemLink\" data-track-click=\"EPE \"> EPE <\/a> <\/li>\n<li> <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/ibama\/\" class=\"entities__list-itemLink\" data-track-click=\"Ibama\"> Ibama <\/a> <\/li>\n<li> <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/ministerio-de-minas-e-energia\/\" class=\"entities__list-itemLink\" data-track-click=\"Minist\u00e9rio de Minas e Energia\"> Minist\u00e9rio de Minas e Energia <\/a> <\/li>\n<li> <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/educacao\/universidade\/usp\/\" class=\"entities__list-itemLink\" data-track-click=\"USP\"> USP <\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<h3> <a id=\"js-next-article-desktop-link\" class=\"next-article-desktop-link\"><\/a> <\/h3>\n<h3> <a id=\"js-next-article-smart-link\" class=\"next-article-smart-link\"><\/a> <\/h3>\n<p>Veja tamb\u00e9m<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>       Anterior   Pr\u00f3ximo     <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda como \u00e9 a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto e seus impactos; governo quer facilitar licen\u00e7as Recurso \u00e9 encontrado em rochas de dif\u00edcil extra\u00e7\u00e3o. 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