{"id":61558,"date":"2024-05-30T10:29:35","date_gmt":"2024-05-30T10:29:35","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/?p=61558"},"modified":"2024-05-30T10:29:35","modified_gmt":"2024-05-30T10:29:35","slug":"catalogo-da-terra-inteira-o-livro-revolucionario-que-inspirou-steve-jobs-e-outros-pioneiros-da-internet-tecnologia-g1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.corretoraideal.com.br\/index.php\/2024\/05\/30\/catalogo-da-terra-inteira-o-livro-revolucionario-que-inspirou-steve-jobs-e-outros-pioneiros-da-internet-tecnologia-g1\/","title":{"rendered":"&#039;Cat\u00e1logo da Terra inteira&#039;, o livro revolucion\u00e1rio que inspirou Steve Jobs e outros pioneiros da internet | Tecnologia | G1"},"content":{"rendered":"<br \/>\n<h1>&#039;Cat\u00e1logo da Terra inteira&#039;, o livro revolucion\u00e1rio que inspirou Steve Jobs e outros pioneiros da internet<\/h1>\n<h2>O livro &#039;Whole Earth Catalog&#039; era, em parte, um manual de instru\u00e7\u00f5es e, em parte, uma enciclop\u00e9dia da contracultura.<\/h2>\n<p>       <a href=\"http:\/\/www.bbc.com\/portuguese\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">    <\/a>   <\/p>\n<p> Por BBC <\/p>\n<p>  30\/05\/2024 06h01    Atualizado  30\/05\/2024    <\/p>\n<p>                         1 de 5&#013;O &#039;Whole Earth Catalog&#039; influenciou toda uma gera\u00e7\u00e3o de idealistas e pioneiros \u2014 Foto: Getty Images via BBC    <\/p>\n<p> O &#039;Whole Earth Catalog&#039; influenciou toda uma gera\u00e7\u00e3o de idealistas e pioneiros \u2014 Foto: Getty Images via BBC <\/p>\n<p> &quot;Quando era jovem, havia uma publica\u00e7\u00e3o assombrosa chamada Whole Earth Catalog (&#x27;Cat\u00e1logo da Terra inteira&#x27;, em tradu\u00e7\u00e3o livre), que era uma das b\u00edblias da minha gera\u00e7\u00e3o&quot;, contou <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/steve-jobs\/\">Steve Jobs<\/a>. <\/p>\n<p> A fala ocorreu em seu emblem\u00e1tico discurso na Universidade de Stanford, na Calif\u00f3rnia (EUA), em 2005. <\/p>\n<p>&quot;Era como o <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/google\/\">Google<\/a> em vers\u00e3o de papel, 35 anos antes que o <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/google\/\">Google<\/a> chegasse&quot;, explicou o venerado cofundador da Apple e pioneiro da computa\u00e7\u00e3o pessoal. &quot;Era idealista, repleto de ferramentas bem projetadas e grandes ideias.&quot;<\/p>\n<p> A publica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m mudou a vida do eminente m\u00e9dico epidemiologista Larry Brilliant, que leu o livro no final da d\u00e9cada de 1960. Brilliant tamb\u00e9m \u00e9 filantropo e especialista em tecnologia. <\/p>\n<p> &quot;A internet, para n\u00f3s, naquela \u00e9poca, antes que existisse a internet, era o Whole Earth Catalog&quot;, declarou ele \u00e0 BBC. <\/p>\n<p> Brilliant estava come\u00e7ando sua carreira em Medicina em Detroit, nos Estados Unidos, quando chegou \u00e0 Calif\u00f3rnia em 1967. Ele foi envolvido pela onda de ativismo pol\u00edtico e pelo &quot;Ver\u00e3o do Amor&quot; daquele ano, em S\u00e3o Francisco. <\/p>\n<p> Ele conheceu <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/steve-jobs\/\">Steve Jobs<\/a> aos 19 anos, em um ashram indiano. Os dois se tornaram amigos para o resto da vida. <\/p>\n<ul>\n<li><a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tecnologia\/noticia\/2024\/05\/29\/ganho-mais-de-r-20-mil-por-mes-entrei-crua-e-foi-dificil-no-inicio-como-e-trabalhar-na-area-da-inteligencia-artificial.ghtml\">&#x27;Ganho R$ 20 mil por m\u00eas&#x27;: profissionais contam como \u00e9 trabalhar na \u00e1rea da intelig\u00eancia artificial<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>         2 de 5&#013;Steve Jobs \u2014 Foto: Associated Press    <\/p>\n<p> Steve Jobs \u2014 Foto: Associated Press <\/p>\n<p> Brilliant foi detido junto com Martin Luther King, enquanto marchava em defesa dos direitos civis. E tamb\u00e9m ajudou a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) a erradicar a var\u00edola. <\/p>\n<p> Em toda parte ao seu redor, as pessoas falavam em revolu\u00e7\u00e3o e os hippies experimentavam a vida comunit\u00e1ria. Mas havia um grande problema, como detectou o \u00edcone da contracultura da \u00e9poca, Stewart Brand. <\/p>\n<p>Brand vivia em uma comunidade cuja aspira\u00e7\u00e3o era &quot;reinventar a civiliza\u00e7\u00e3o, o que era corajoso e admir\u00e1vel&quot;, recordou ele, em entrevista ao Museu Victoria &amp; Albert de Londres. Mas ningu\u00e9m &quot;sabia fazer nada, cultivar um jardim ou construir uma casa&#8230; nada de nada.&quot;<\/p>\n<p> Brand quis ajudar esses hippies idealistas. <\/p>\n<p> &quot;Como eu havia me formado como cientista, minha perspectiva foi tentar fornecer a esse movimento o respeito por fazer as coisas&quot;, afirma ele. <\/p>\n<ul>\n<li><a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tecnologia\/noticia\/2024\/05\/28\/vale-a-pena-trabalhar-com-inteligencia-artificial-da-dinheiro-veja-dicas-de-brasileiros-que-ja-estao-na-area.ghtml\">Vale a pena trabalhar com intelig\u00eancia artificial? Veja dicas de quem j\u00e1 est\u00e1 na \u00e1rea<\/a><\/li>\n<li><a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tecnologia\/noticia\/2024\/05\/29\/sam-altman-pai-do-chatgpt-diz-que-vai-doar-maior-parte-de-sua-fortuna-para-caridade.ghtml\">Sam Altman, &#x27;pai&#x27; do ChatGPT, diz que vai doar maior parte de sua fortuna para caridade<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>         3 de 5&#013;Stewart Brand, em foto de 1975, foi o autor do livro \u2014 Foto: Getty Images via BBC    <\/p>\n<p> Stewart Brand, em foto de 1975, foi o autor do livro \u2014 Foto: Getty Images via BBC <\/p>\n<p><h2>&#x27;Somos como deuses&#x27;<\/h2>\n<\/p>\n<p> Brand passou anos viajando pelos Estados Unidos coletando informa\u00e7\u00f5es que poderiam ajudar essas comunidades. E reuniu todas essas informa\u00e7\u00f5es em um livro redigido com m\u00e1quina de escrever e encadernado com cola e tesoura. <\/p>\n<p>O Whole Earth Catalog era, em parte, um manual de instru\u00e7\u00f5es e, em parte, uma enciclop\u00e9dia da contracultura.<\/p>\n<p> Al\u00e9m do subt\u00edtulo &quot;acesso a ferramentas&quot;, a capa continha uma imagem da Terra, que foi resultado de uma campanha do pr\u00f3prio Brand em 1966. Ele queria que a Nasa publicasse uma foto do planeta inteiro, visto do espa\u00e7o. <\/p>\n<p> Abrindo-se o livro, sua introdu\u00e7\u00e3o come\u00e7ava dizendo: &quot;Somos como deuses e \u00e9 melhor nos acostumarmos com isso.&quot; <\/p>\n<p> Seguia-se uma cole\u00e7\u00e3o de resenhas, guias pr\u00e1ticos e manuais sobre o libertarismo an\u00e1rquico, an\u00e1lises culturais e coment\u00e1rios sarc\u00e1sticos, tudo impresso em p\u00e1ginas com denso conte\u00fado. <\/p>\n<p> E por que esse livro foi t\u00e3o importante? <\/p>\n<p>&quot;Foi importante porque n\u00e3o t\u00ednhamos internet&quot;, explica Brilliant. &quot;N\u00e3o t\u00ednhamos acesso aos grandes livros. N\u00e3o t\u00ednhamos acesso \u00e0s coisas de fora da nossa comunidade local. N\u00e3o t\u00ednhamos contato com tanta gente.&quot;<\/p>\n<p> &quot;O cat\u00e1logo nos uniu e foi essencialmente um guia para o consumidor sobre as melhores ferramentas para viver, empoderar-se e fazer parte de alguma coisa. Se voc\u00ea quisesse saber qual era o melhor canivete su\u00ed\u00e7o ou qual a melhor ferramenta para escavar latrinas, se fosse ficar muito tempo na floresta, voc\u00ea consultava o livro.&quot; <\/p>\n<p> Brilliant disse, ainda: &quot;Era como o <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/google\/\">Google<\/a>, mas sem a parte do motor de busca, de forma que era preciso revis\u00e1-lo cuidadosamente&quot;. <\/p>\n<p>         4 de 5&#013;Um coletivo de arte de S\u00e3o Francisco colocou quase todas as edi\u00e7\u00f5es do cat\u00e1logo na internet \u2014 Foto: Whole Earth Index via BBC    <\/p>\n<p> Um coletivo de arte de S\u00e3o Francisco colocou quase todas as edi\u00e7\u00f5es do cat\u00e1logo na internet \u2014 Foto: Whole Earth Index via BBC <\/p>\n<p> O coletivo de arte de S\u00e3o Francisco (EUA) Grey Area, em conjunto com a organiza\u00e7\u00e3o cultural Long Now Foundation e o Internet Archive, recentemente colocou quase todas as edi\u00e7\u00f5es do cat\u00e1logo no website wholeearth.info. <\/p>\n<p> Atribui-se \u00e0 publica\u00e7\u00e3o a uni\u00e3o do movimento hippie dos anos 1960 com a revolu\u00e7\u00e3o da inform\u00e1tica nas d\u00e9cadas de 1970 e 80 \u2013 o casamento da contracultura com a cibercultura. <\/p>\n<p> Por isso, para uma gera\u00e7\u00e3o de pessoas que cresceram na Calif\u00f3rnia na d\u00e9cada de 1960 e se tornariam os pioneiros da inform\u00e1tica moderna, aquele era o livro mais importante que eles j\u00e1 haviam lido. <\/p>\n<p>Sua mensagem ficou gravada na mente de pessoas como Jobs: n\u00e3o seriam os protestos, nem a pol\u00edtica, nem o lobby \u2013 o que mudaria o mundo seria o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Naquela \u00e9poca, a ideia de que a informa\u00e7\u00e3o poderia ser liberada para empoderar as pessoas era revolucion\u00e1ria. Mas, quando Jobs lan\u00e7ou o primeiro computador pessoal no mercado de consumo em 1984, ele disse a Brilliant que aquela era a nova contracultura. <\/p>\n<p> &quot;Certa vez, brincando, perguntei a ele se, ao entrar no mundo dos computadores, ele estaria abandonando os valores que t\u00ednhamos nos anos 1960 e 70, o movimento rumo \u00e0 igualdade&quot;, recorda Brilliant. <\/p>\n<p> &quot;Ele respondeu: &#x27;Enquanto muitas pessoas levantam os punhos e gritam: &#x27;poder para o povo&#x27;, eu desenvolvo um Apple [ou, naquela \u00e9poca, um Macintosh] e coloco nos seus escrit\u00f3rios a um pre\u00e7o acess\u00edvel. Assim, estou literalmente dando poder \u00e0s pessoas&quot;, disse. &quot;Ele realmente acreditava nisso.&quot; <\/p>\n<p>         5 de 5&#013;Larry Brilliant era amigo de Steve Jobs e ganhou um dos primeiros computadores da Apple \u2014 Foto: Getty Images via BBC    <\/p>\n<p> Larry Brilliant era amigo de Steve Jobs e ganhou um dos primeiros computadores da Apple \u2014 Foto: Getty Images via BBC <\/p>\n<p><h2>O po\u00e7o<\/h2>\n<\/p>\n<p> Naquela \u00e9poca, o idealismo hippie j\u00e1 havia desaparecido. Mas Brilliant se perguntou se as novas e estranhas m\u00e1quinas que Jobs e outros pioneiros estavam desenvolvendo seriam a pe\u00e7a que faltava na vis\u00e3o de Stewart Brand. <\/p>\n<p>O Whole Earth Catalog s\u00f3 conseguia atingir um n\u00famero limitado de pessoas. E se os computadores pudessem conectar a n\u00f3s todos, oferecendo acesso a ferramentas e nos transformasse em deuses?<\/p>\n<p> Brilliant ent\u00e3o ligou para Brand. No princ\u00edpio, ele duvidou. <\/p>\n<p> &quot;Era um neg\u00f3cio e nenhum de n\u00f3s havia realmente dirigido um neg\u00f3cio&quot;, contou ele. &quot;Mas, durante um almo\u00e7o, surgiu a ideia de reunir online as pessoas que haviam ficado fascinadas com o cat\u00e1logo.&quot; <\/p>\n<p> Brilliant ficou intrigado com o que havia visto nas poucas comunidades virtuais que havia naquela \u00e9poca. <\/p>\n<p> &quot;Algumas daquelas primeiras conversas eram m\u00e1gicas&quot;, relembra ele. &quot;As pessoas se conheciam e n\u00e3o se sabiam se o outro com quem conversavam era negro ou branco, homem ou mulher, alto ou baixo, norte-americano ou estrangeiro&#8230;&quot; <\/p>\n<p> &quot;Era como o que Martin Luther King havia dito \u2013 que as pessoas seriam conhecidas n\u00e3o pela cor da pele, mas pelo conte\u00fado do seu car\u00e1ter. Isso acontece quando voc\u00ea n\u00e3o pode ver a outra pessoa.&quot; <\/p>\n<p> Assim foi criada The Well (o po\u00e7o, em tradu\u00e7\u00e3o livre). Era a sigla em ingl\u00eas de Whole Earth &#x27;Lectronic Link (Link eletr\u00f4nico da terra inteira, em tradu\u00e7\u00e3o livre), o irm\u00e3o g\u00eameo do livro de Brand, em forma digital. <\/p>\n<p><h2>Chamado \u00e0 insensatez<\/h2>\n<\/p>\n<p> Em meados da d\u00e9cada de 1990, The Well havia se tornado o lugar mais importante da internet. <\/p>\n<p> Quase ningu\u00e9m estava online naquela \u00e9poca, mas as poucas pessoas conectadas conheciam The Well. <\/p>\n<p> &quot;Passou Imediatamente a ser um lugar a que voc\u00ea podia recorrer se quisesse manter uma conversa interessante&quot;, relembra Brilliant. <\/p>\n<p> &quot;Tivemos muita sorte porque [a banda de rock] Grateful Dead fazia parte do nosso mundo, j\u00e1 que, em certo momento, 30 a 40% da nossa receita vinha dos [seus f\u00e3s] Deadheads tentando conseguir entradas&quot;, brinca ele. <\/p>\n<p>The Well reuniu hackers, hippies e escritores de toda a regi\u00e3o da ba\u00eda de S\u00e3o Francisco. Eles conversavam online sobre tudo, desde tecnologia e pol\u00edtica at\u00e9 o sentido da vida.<\/p>\n<p> Depois de se conhecerem online, eles acabavam promovendo festas \u2013 um sinal precoce de que os mundos real e virtual poderiam se fundir. <\/p>\n<p> &quot;Diferentemente do Facebook, n\u00f3s nos conhec\u00edamos online antes de nos conhecermos pessoalmente&quot;, conta o escritor Howard Rheingold. <\/p>\n<p> Ele foi um membro influente de The Well e cunhou a express\u00e3o comunidade virtual. <\/p>\n<p> &quot;Muitas das comunica\u00e7\u00f5es pessoais se tornaram rela\u00e7\u00f5es. As pessoas se conheceram e se casaram, os casamentos foram desfeitos, as pessoas recebiam apoio quando ficavam doentes, recebiam ajuda quando algu\u00e9m morria&quot;, contou Rheingold ao jornalista Rory Cellan-Jones, da BBC, em 2011. <\/p>\n<p> O website e o livro compartilhavam uma vis\u00e3o de mundo radical. <\/p>\n<p> As velhas hierarquias controlavam a informa\u00e7\u00e3o. Os poderosos magnatas da televis\u00e3o e dos jornais decidiam o que as pessoas comuns liam e viam. <\/p>\n<p> O conhecimento estava encerrado em velhas bibliotecas empoeiradas. As pessoas de fora do bairro eram consideradas alien\u00edgenas. <\/p>\n<p> O livro de Brand tratou de mudar tudo isso \u2013 e a internet completaria sua miss\u00e3o. <\/p>\n<p>Para muitos, The Well \u00e9 a primeira rede social do mundo, o ancestral direto do Facebook, Twitter, Instagram e do TikTok.<\/p>\n<p> N\u00e3o foi apenas uma tecnologia, mas uma revolu\u00e7\u00e3o social, constru\u00edda com base em uma ideia maluca: que dever\u00edamos ter acesso a tudo e a todos, todo o tempo. <\/p>\n<p> O livro de papel deixou de ser publicado em 1972. A capa da \u00faltima edi\u00e7\u00e3o mostrava uma fotografia tirada pela miss\u00e3o Apolo 4, com a Terra parcialmente na sombra. <\/p>\n<p> Na contracapa da publica\u00e7\u00e3o, estava a mensagem que <a class href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/steve-jobs\/\">Steve Jobs<\/a> disse ao final da sua palestra em Stanford: &quot;Stay Hungry. Stay Foolish&quot; (Continue com fome. Continue sendo tolo, em tradu\u00e7\u00e3o livre). <\/p>\n<p> &quot;Sempre desejei isso para mim&quot;, disse. <\/p>\n<p> Ou\u00e7a no site <a class href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/sounds?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Bg1%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">BBC Sounds <\/a>(em ingl\u00eas) o epis\u00f3dio <a class href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/sounds\/play\/m001w206?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Bg1%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">&quot;We are as Gods&quot;<\/a>, da s\u00e9rie da BBC R\u00e1dio 4 <a class href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/programmes\/m001w207?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Bg1%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">&quot;The Gatekeepers&quot;<\/a>, que deu origem a esta reportagem. A s\u00e9rie tem autoria do escritor especializado em tecnologia Jamie Bartlett e \u00e9 produzida por Caitlin Smith. <\/p>\n<ul>\n<li> <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/google\/\" class=\"entities__list-itemLink\" data-track-click=\"Google\"> Google <\/a> <\/li>\n<li> <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/steve-jobs\/\" class=\"entities__list-itemLink\" data-track-click=\"Steve Jobs\"> Steve Jobs <\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<h3> <a id=\"js-next-article-desktop-link\" class=\"next-article-desktop-link\"><\/a> <\/h3>\n<h3> <a id=\"js-next-article-smart-link\" class=\"next-article-smart-link\"><\/a> <\/h3>\n<p>Veja tamb\u00e9m<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>       Anterior   Pr\u00f3ximo     <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#039;Cat\u00e1logo da Terra inteira&#039;, o livro revolucion\u00e1rio que inspirou Steve Jobs e outros pioneiros da internet O livro &#039;Whole Earth Catalog&#039; era, em parte, um manual de instru\u00e7\u00f5es e, em parte, uma enciclop\u00e9dia da contracultura. 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