Propriedades em áreas vulneráveis, pode depreciar em até 30%

Imóveis em áreas vulneráveis podem desvalorizar até 30%
Imóveis em áreas vulneráveis podem desvalorizar até 30%

O apartamento é espaçoso, está bem conservado e o proprietário solicita a preço de mercado. Mas ninguém paga o que ele quer. Isto é porque muitos condomínios no bairro de ter sido furtado, e andar por aquelas ruas pode ser perigoso. Isto não é ficção: é comum que os fatores externos influenciam no preço final do imóvel. Em muitos casos, o proprietário precisa baixar um monte de valor para serem capazes de fazer negócios.

A violência é o que está a preocupar ultimamente potenciais compradores. Não é coincidência que há uma preferência para condomínios com câmeras e outros sistemas de segurança. Saber que a localização do imóvel desejado é alvo de constantes manchetes, a polícia, o cliente pensa duas vezes e se você não desistir, use isso como um meio para pedir um bom desconto.

Outras situações de vulnerabilidade também pode reduzir a quantidade inicial de até 30%. Se a rua é alvo de inundações, a dificuldade de venda será maior. Bem como, quando o congestionamento passa na porta ou localidade sofre com epidemia de doenças.

(Foto: Shutterstock)

“O que influencia o valor da propriedade é a demanda. Quando você tem um monte de demanda, o preço sobe. Se a demanda é baixa, o preço cai. Desta forma, quando ele se vira para a violência, a epidemia de dengue ou qualquer outro tipo de doença, por exemplo, as propriedades da região que, na época, tornar-se desvalorizado, porque ele cai a demanda”, explica o presidente do Conselho Regional de Corretores de imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto.

Ele diz que, nesses casos, o único recurso que o dono terá que é o preço, que terá de ser reduzido. “Em uma área com reconhecida a violência, se comparado com os outros, com os mesmos padrões, que não tem esse problema, podemos pensar em uma diferença de 30% em imóveis. Na prática, as pessoas ainda estão perguntando o mesmo preço, pensando que eles serão capazes de vender, mas não tem conversa, precisará baixar”, explica Viana Neto.

De acordo com o presidente do Creci-SP, além de problemas sazonais, tais como doenças localizadas, outras ocasionais desvalorizar o real estate. “Na área do Aeroporto de Congonhas (São Paulo), quando caíram os aviões nos primeiros seis meses de quedas não ter mais negócios, não. No bairro do Morumbi (São Paulo), havia uma rua que o mundo inteiro foi assaltado quando parou no semáforo. Tornou-se um inferno, ninguém queria morar lá.”

O representante do Conselho, diz que dificilmente o cliente procurar a região onde está localizada a propriedade, mas é o papel do corretor de passar todas as informações, incluindo todos os problemas, conforme determinado pela legislação vigente.

“Se o corretor não explicar, vai responder depois por perdas e danos. Ele é obrigado a fazer isso, como estabelece o artigo 723 do Código Civil do brasil. A responsabilidade, sob todos os aspectos, é o corretor”.

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