Sonegação do FGTS cresce nos 4 primeiros meses do ano, diz Ministério do Trabalho | Economia | G1

Sonegação do FGTS cresce nos 4 primeiros meses do ano, diz Ministério do Trabalho
Sonegação do FGTS cresce nos 4 primeiros meses do ano, diz Ministério do Trabalho

O Ministério do Trabalho anunciou o recolhimento de R$ 2,06 bilhões durante fiscalizações feitas nos quatro primeiros trimestres contra a sonegação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por parte das empresas, ou seja, dinheiro que não foi pago aos trabalhadores. O resultado é 35,81% maior na comparação com o mesmo período de 2018, quando o valor recuperado foi de R$ 1,51 bilhões. As autuações foram realizadas pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).

Os valores recolhidos entre janeiro e abril decorrem principalmente de ações de fiscalização realizadas pelos auditores-fiscais em empresas que deixaram de depositar os valores devidos nas contas vinculadas dos empregados.

Em 2018 foram recuperados R$ 5,23 bilhões, valor 23,6% maior que o de 2017 (R$ 4,23 bilhões). O volume recolhido em 2016 alcançou R$ 3,1 bilhões, enquanto em 2015 foram R$ 2,2 bilhões.

As maiores recuperações registradas nos quatro meses de 2019 ocorreram nos seguintes estados:

  • São Paulo (R$ 323 milhões)
  • Rio de Janeiro (R$ 178 milhões)
  • Rio Grande do Sul (R$ 116 milhões)
  • Minas Gerais (R$ 115 milhões)

O FGTS deve ser depositado pelo empregador até o dia 7 de cada mês em conta bancária vinculada, o equivalente a 8% da remuneração do trabalhador. Para os contratos de trabalho de aprendizes, o percentual é de 2%. No caso de trabalhador doméstico, o recolhimento é correspondente a 11,2% – 8% a título de depósito mensal e 3,2% de antecipação do recolhimento rescisório.

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