
Urbanismo
A história e a arquitetura do Mercado Municipal de são Paulo
Escrito por: Lucie Ferreira em 20/07/2016
A grandiosidade do Mercado Municipal Paulistano (Foto: Mistura Urbana)
Visite o Mercado Municipal Paulistano é mais como uma caminhada em busca de novos sabores e aromas: é uma pequena odisséia através de um dos marcos arquitetônicos da cidade de São Paulo. Para aqueles que já conhecem o espaço, ou ainda não teve a oportunidade de ir, vale a pena conferir o que faz com que sua arquitetura de tão especial.
O Mercadão, como é conhecido, é o mais importante mercado público da capital paulista. O edifício é considerado um dos últimos grandes edifícios da cidade, erguido entre o final do século 19, e a metade do século 20, que foi inaugurado em 1933 e cinco anos para completar o projeto.
O site é criado não só para atender a demanda na região central da cidade, mas também foi considerado como uma forma de consolidar a imagem da Metrópole do Café. Atualmente, o regular são quase todos no Mercadão, ao longo 19.805 m2 de área construída: frutas, legumes, verduras, carnes, peixes, especiarias, grãos e uma grande variedade de produtos de todo o país, bem como restaurantes e bares.
Detalhe da fachada do Mercado Municipal de são Paulo, projetado pelo italiano Felisberto Ranzini (Foto: Marcelo Scandarolli)
+ Arquitetura marcante
O proprietário do escritório de arquitetura de maior prestígio da capital de são paulo, na época, o arquiteto de origem portuguesa, Francisco de Paulo Ramos de Azevedo (1851-1928) é o autor do projeto original do Mercado Municipal de são Paulo. Mas, se ele morreu logo no início da obra, o responsável de seus membros, Armando Dumont Villares, e Ricardo Severo, a responsabilidade, para o progresso da construção.
Em harmonia com o planejamento urbano do centro antigo da cidade, o Mercadão de definir-se com as suas abóbadas e fachadas sóbrias, que foi assinado pelo italiano Felisberto Ranzini. Dentro e fora, o número de colunas em estilo grego, o jônico, ou dórico, com telhas de vidro, clarabóias, a luz natural no espaço.
No entanto, um dos detalhes que mais chama atenção é o trabalho feito nos vitrais importados da Alemanha, e executado pelo artista russo Conrado Sorgenicht Filho, conhecido para o trabalho na Catedral e em centenas de outras igrejas no Brasil. 32 painéis subdivididos em 72 vitrais, que retratam a vida dos assentados, com paisagens de cultivo e da colheita e a criação de animais, como bovinos e aves.
Um dos vitrais coloridos criado pelo artista russo Conrado Sorgenicht Filho (Foto: Guasca Tur)
+ Conservação e restauro
Um monumento histórico, tais como o Mercado Municipal Paulistano requer reformas e restaurações pediu para manter elevado para muitas décadas. Assim, em 2004, o edifício foi reabilitado pelo escritório PPMS Arquitetos Associados, tornando-o mais eficiente e seguro.
Para a reparação da estrutura antiga, os arquitetos utilizado o aço e o vidro, para garantir a integração com o edifício. Por outro lado, cumprir com os pressupostos de intervenções em bens tombados, em que as técnicas de construção não deve imitar o edifício existente, que é diferente do mesmo.
Além disso, as novas instalações criadas, tais como o mezanino que liga torres a e B, a formação ofâ praça de alimentação que permite que você veja todo o interior do Mercadão, e a melhoria da acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, com elevadores e escadas rolantes.
O mezanino, o resultado da restauração assinado pelo escritório PPMS Arquitetos Associados (Foto: Marcelo Scandarolli)
Mercado Municipal Paulistano (Mercadão)
Rua Da Cantareira, 306 – Centro – São Paulo.
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 6h às 18h. Domingos e feriados, das 6h às 16h.
Contato: (11) 3313-3365.
Fontes: prefeitura de São Paulo, a Galeria da Arquitetura e da Cidade de São Paulo.
20 de julho de 2016
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