A garagem, playground, tem um salão de baile. Tem uma piscina, uma sauna, alguns ginásio. Em outras palavras, como uma área comum do condomínio. Área para que toda a brochura ofâ novo residencial maak n’ponto da ênfase sobre ele em letras vermelhas e egoísta. Isto é, os edifícios bied n número de distrações e atrações como se fosse uma grande vantagem, mas que, no final, acabam nos deixando ainda mais fora de casa. Se não fosse já suficiente para trabalho, preparação, transporte, mercado, para pagar as contas e tudo mais.
Já dentro da casa… como posso dizer? Bem, a porta do lado de dentro é onde a coisa mais apertado. Minha impressão é de que os espaços onde vivemos não é projetado para vivermos, mas para sobreviver. Elke n friamente calculada para atender os requisitos mínimos que manter nossas funções vitais, e a nossa sanidade, é claro: um fogão e/ou frigorífico para alimentos, uma cama para descansar, um chuveiro para lavar. O que está além do que é o lucro. E o lucro é caro, definitivamente.
O resultado? Os espaços que não são acolhedoras e as pessoas que não abraçar o espaço – quase o dilema de Tostines, você sabe? As pessoas que voltam para casa apenas para dormir. Que não decorar, você não receber os amigos, que ruim de cozinha, não o do partido na casa, que não cultivam, e não criar. Ele diria: a vida. As pessoas que não têm o acúmulo ofâ história ou expressar a sua identidade pelos cantos da casa. Pelo contrário, associado com o espaço, com o frio, como se o tempo sob o telhado não tem valor, ou para levar com jou n’alguma lembrança.
A Cultura do Inquilino. Nenhuma expressão resume tão bem que a ausência de amor, apego às coisas e, acima de tudo, pelas nossas casas – como este, que costumava ser um excelente filme argentino Medianeras. O filme fala de solidão, de reuniões neste tempo da www e da relação com uma cidade que cresce sem freio e sem critério. Se você ainda não olhei para ele, eu preciso compartilhar com vocês este trecho que é também, na minha opinião, uma das mais belas aberturas de filmes que eu já vi:
Taí. A cultura do Inquilino. Ou incompletos. Na noite que eu assisti Medianeras pela 1ª vez (porque é), eu coloco minha cabeça no travesseiro dink n’muito sobre isso em nosso caminho “pensionista” na vida, mesmo quando somos proprietários. Afinal, é nie n’questão da escritura, mas da cultura. Como fazer isso residente e têm a capacidade de transformar a sua casa, deixe-a ser o seu caminho, com a sua cara, se você dificilmente tem espaço para colocar qualquer idéia em prática sob o próprio teto? Foi então dat n’ideia surgiu! Aqueles que vêm, assim, tão de repente, que faz você sair da cama para anotar no caderno!
Desde os condomínios são tão preocupado em fornecer-nos com os espaços que promover o nosso bem-estar, eles podem bied n’espaço adequado para nós, para promover esse bem-estar dentro da casa das pessoas. Cinco palavras. Era tudo o que eu escrevi no caderno: “Área Comum” Faça você mesmo”. Antes de definir o seu quarto em sua construção, o que nem precisa ser lá essas coisas, mas tem o espaço e os materiais necessários para você maak n’pequenas mudanças em casa: skuur n’peça de mobiliário, maak n’bancada, tinta armário com uma cor mais alegre. Use a broca de n pistola de cola quente também pode receber uma violação de um galho e tanto, só acho. Assim como a piscina de ter o seu salva-vidas para tomar conta do local, o canto do “faça você mesmo” pode contar op n’profissional para ajudar com questões mais técnicas e garantir a segurança e o uso correto/economia do material. Precisa? Desceu, subiu, e renovar. Sem bagunça, sem sujeira e o melhor de tudo, com todos os materiais à sua disposição, mas sem a preocupação de armazená-los em casa.
Mestres construtores e gestores de propriedade: então? Nós não pedimos para projetos que são mais espaçosos e varandas mais arejado. Pedimos vir n’pequeno (área pequena, sob o ponto de vista de você), e de uma sala, se você assim quiser chamá-lo. Mas para ajudar-nos a sair do nosso canto com o nosso homem. Depois de tudo, o mais que você oferece piscina, jogos salão, etc., aqui está a verdade: a gente quer mesmo é ficar em casa. ?
E você? Acredito que dá para eis n’cantinho isso lá fora? Nossas casas são muito grato!

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