Exame Fórum Amazônia: (da direita para a esquerda): Jose Jordan Diretor Embrapii; Jaime Benchimol, chefe do grupo de caçadores; Rodrigo Godoy, Diretor do Instituto de “Aquila” André Lahóz cidade para se submeterem ao exame. (Fabio Nutti/exame)
Manaus é a zona franca de Manaus, que deixa uma grande parte da electrónica de consumo no Brasil, tais como televisores, telefones móveis e Computadores. Foi nesta área, durante o governo JK, em todas as partes da ditadura militar, estabeleceu um dos maiores centros industriais do país, na base da política de incentivos fiscais. O objetivo é alcançar o desenvolvimento, na parte ocidental da Amazônia e de gerar oportunidades de emprego no coração da floresta. Depois de mais de 50 anos, no entanto, o modelo é re-considerado por especialistas do setor em si, ele explicou o processo de pesquisa de produtos e serviços – por exemplo, telefones inteligentes popular – pode tornar obsoletos muitos dos produtos fabricados na região. Além disso, o modelo de apoio público também já dá sinais de esgotamento.
Formas de aproveitar o crescimento na área de modernização da indústria são abordados no exame Fórum Amazônia, que aconteceu na terça-feira 26 de junho em Manaus. Com a abertura do Arthur Virgílio Neto, Prefeito da cidade, e discutido o evento durante toda a manhã a importância da pesquisa na indústria como um factor-chave de competitividade. Ferramentas como big data, a Internet das coisas, aprendizado de máquina, a Robótica e a inteligência artificial estão revolucionando os processos industriais em todo o mundo, mas ainda tem pouca adesão no Brasil.
Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 42% das empresas não percebem a importância da tecnologia digital, a fim de melhorar a competitividade do sector e 52% deles mesmo usando pelo menos um tipo de tecnologia. Outros dados mostram que a indústria alemã adotar a tecnologia do tipo em uma proporção de 20 vezes maior. “A automação traz uma melhor visualização das operações do setor, e isso faz com que seja possível prever situações futuras, com base nos dados coletados no passado”, diz Gustavo noites, Diretor de operações, a idade da nacional, Gustavo noite, um dos palestrantes do exame Fórum. Aqui, no horizonte de transformações profundas na industrial atinge com mais força no estado do Amazonas, cujo PIB depende muito da zona franca de Manaus.
A perda de competitividade do setor com respeito não apenas a problemas nacionais, tais como a produtividade dos fatores de produção (trabalho da América é feita através de 4 Brasileiros), mas também o processo de lenta inovação. “Com dispositivos móveis que combina com quase tudo, e jogar muitos dos outros dispositivos na promoção, a indústria precisa de renovar-se mais flexível”, diz o empresário Jaime Benchimol, chefe do grupo de pesca e uma rede de televisão lojas. Para os especialistas presentes na discussão do modelo da zona de comércio livre tem prazo de validade: pode durar de dez, vinte ou trinta anos atrás, mas não pode sobreviver mais do que isso. Você vai precisar, em seguida, estratégia. Um deles é o velho conhecido de educação. Conhecimento básico em matemática e o domínio do inglês ainda são raridades entre a base de clientes da indústria. O Diretor de planejamento da empresa Brasileira para pesquisa e inovação industrial-Embrapii José Luis Gordon “não há nenhuma maneira para fora, mas para melhor preparar aqueles que vêm para o mercado de trabalho”.
Logística contrato que impedem o desenvolvimento da região também dominou a discussão. Na região norte, cenário dramático. Cerca de 80% do Amazonas, normal ou ruim. Há ainda a perspectiva de água, usa-se muito pouco – e a estrada de ferro, dirigido principalmente para transporte de minério de ferro – isso depende
O investimento público, mais e mais escassos, para avançar. “O que você pode fazer de imediato é garantir a pavimentação das 163, que atravessa a região,” Olivier Gerard, sócio da consultoria Macrologística e palestrante desta manhã.
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