As negociações entre os blocos começaram em 1999 e foi interrompido entre 2004 e 2010 (publicação/divulgação)
Os representantes das indústrias do Brasil e Alemanha assinaram uma carta defendendo a conclusão do acordo de comércio entre o Mercado Comum e a União Europeia.
O documento foi assinado pela Federação Nacional da Indústria (CNI), a confederação da indústria alemã (BDI), do Conselho da indústria alemã na América latina (LADW). Para a entidade, há circunstâncias políticas favoráveis contrato será assinado.
As negociações entre os blocos começaram em 1999 e foi interrompido entre 2004 e 2010. Parar o setor empresarial é de que o Acordo será concluído este ano, o que representaria o maior acordo de livre comércio assinados pelo Brasil, afetar a redução de barreiras tarifárias e não-tarifárias de serviços e aumento de investimento bilateral. De acordo com a política, a UE é o principal investidor no MERCOSUL, o MERCOSUL é o sexto investidor em construções Europeias.
Está agendada para amanhã (18), em reunião em Bruxelas entre os Ministros dos dois blocos.
No entanto, o Comissário Europeu para a agricultura Phil Hogan, na segunda-feira (16), em Bruxelas, que a União Europeia não está satisfeito com o andamento das negociações sobre o acordo de comércio e rejeitar a hipótese de um acordo final será anunciado esta semana.
Hogan disse que há um impasse em sete temas: carros, peças de veículos, regras de origem, contratos públicos, serviços, marinha e produtos lácteos, e geográfica.
Também estão na lista de preocupações do MERCOSUL e assuntos relacionados à carne bovina, açúcar e etanol. Mais recentemente, entrei na discussão de pressão da União Europeia para reduzir o percentual de tarifas sobre as importações de Carros.
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