
Foto de arquivo de pessoas no salão do automóvel em São Paulo 7/09/2008 Reuters/Rodrigo Paiva / (Rodrigo Paiva/Reuters)
Desenvolvimento do sistema financeiro que não existem na maioria dos países desenvolvidos no início salvou o Brasil da pior crise financeira mundial desde a Grande Guerra. No entanto, o baixo valor do dólar e o errado, a gestão da economia levou à desindustrialização em um buraco nas contas públicas no Brasil, de acordo com especialistas em Economia Internacional, ouvido pela Agência Brasil.
Professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de negócios da Fundação Getulio Vargas (FGV), Istvan Kasznar diz que o Brasil adotou um modelo de uma reação diferente do resto do mundo, na avaliação de especialistas em economia internacional. “Naquele tempo, o Brasil não foi afetado à primeira vista, porque ele foi adiada a liberalização económica aplicações das Finanças”. O problema principal, pontos de pressão, ocorreu a introdução dos créditos tributários, enquanto outros países têm redução de gastos, e buscaram a austeridade.
Em uma tentativa de manter a economia aquecida em meio a crise que tomou proporções mundiais, o governo Brasileiro adotou uma série de medidas, como cortes de impostos para estimular o consumo, congelou os preços do petróleo taxas de juros subsidiadas para a energia eléctrica e de expansão das isenções fiscais. “Apesar de haver uma política monetária rigorosa e o direito, a política fiscal é um dos piores legados que temos hoje de forma errada para interpretar o desenvolvimento cíclico da economia”, diz Kasznar.
No meio da Crise Internacional, o governo anunciou a redução do imposto sobre produtos industrializados (IPI) para carros, eletrodomésticos e materiais de construção. Antes da crise de crédito, houve uma redução em depósitos compulsórios (dinheiro que os bancos são obrigados a pagar o banco central) imposto sobre operações financeiras (IOF), além do estímulo ao crédito por meio de bancos públicos.
Pontos fracos
A crise de 2008 levou para o final de um dos principais a ajuda externa tem alimentado o crescimento do Brasil no ano 2000: superciclo de paz. O declínio dos preços internacionais de produtos agrícolas e Minerais tem exposto o país para o qual o Economista Reinaldo Gonsalves chamada “pressão de natureza estrutural. “Nos últimos 20 anos, o Brasil para aprofundar o processo de download gratuito de sua economia, o país tornou-se mais dependente [produtos primários]”, diz ele.
O brasil afetados pela crise com o fim do superciclo das commodities arquivo/Agência Brasil
A queda do dólar resultante da enorme de dinheiro nos países desenvolvidos, é um complexo quadro. Com o Norte-Americano obra barata, os Brasileiros começaram a viajar mais no exterior e importação de mais, deixando a indústria nacional com todas as condições para competir com os produtos estrangeiros. O fechamento de fábricas para trabalhar a desindustrialização do país, o que levou ao aumento da dependência de commodities.
De acordo com Gonçalves, o que explica a dificuldade de cooperação da economia Brasileira, mesmo com a situação internacional mais favorável do que era há alguns anos atrás. Ele diz que não há solução de curto prazo, defende projeto de desenvolvimento de longo prazo. De acordo com o professor da UFRJ, se o país tenta ajustar o imposto é muito forte e rápido, com cortes nos gastos públicos e a privatização das grandes estatais do cenário econômico poderia piorar mais nos próximos dois anos.
“A pretexto de um desejo de resolver uma série de problemas que exigem a longo prazo, tais como a previdência e o limite máximo de despesas que pode ocorrer é o efeito do uso e de acesso aos segmentos da sociedade mais vulnerável. Os ricos estão a proteger-se através do envio de dinheiro para o exterior, mas as medidas de austeridade atingiu o pequeno empresário, o burocrata, o número de trabalhadores desempregados. Há um risco de aumento de muita tensão social, que já é alta”, diz Gonsalves.
Diversificação
O Professor de macroeconomia e Economia Internacional da Universidade Federal Fluminense (Uff), André Nassif diz que os efeitos da industrialização continuam aparecendo no Brasil. Recusou-se carro de isenções fiscais para alguns setores que foram no primeiro governo do ex-Presidente da república, Dilma Rousseff, ainda, sob o pretexto de estímulo econômico que se iniciou em 2009, o que reduziu as receitas sem levar para o crescimento.
“Esse tipo de política funciona por um tempo, mas a longo prazo, gera inflação e baixo crescimento. Não há garantias de que o projeto de levar o dinheiro de isenções fiscais para a geração de emprego. A inflação aumenta, devido à alta demanda, sem a produção de acompanhar o crescimento. A solução para o Brasil seria a de alterar a estrutura da economia e a diversificação da produção e a restauração da indústria nacional”, e as conversões.
Gonçalves, Rio de Janeiro, Universidade Federal concorda e acrescenta que os cartéis da economia Brasileira que afetam a inovação e o investimento. “Nenhum grande grupo econômico no Brasil é uma referência em inovação e tecnologia. Aqui prevalece a exploração dos Recursos Naturais e a gestão das bandas, que a bancos, passando por setores agrícolas, de mineração para o lado do mercado imobiliário”, critica.
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