
Sul do Anel Rodoviário: entre 2004 e 2015, a GENTE formou uma gangue para eliminar a concorrência (arquivo/exame)
O tribunal federal tem fornecido réus 33 envolvido na fraude na execução das obras do Rodoanel Sul e no sistema viário da capital de São Paulo. Eles são acusados, como a denúncia para o ministério público federal em São Paulo (MPF/SP), para participar no projecto entre as empresas de construção que, entre 2004 e 2015 – formaram uma gangue para eliminar a concorrência e a Coordenação da definição de desenvolvimento dos preços dos serviços.
O aquecimento poderá apoio público lotado na companhia da Dersa (desenvolvimento Rodoviário S/A) e a Corporação Municipal Urbana (Emurb), que foi responsável pelos lances
Juiz Federal Maria Isabel do Prado, 5 Federal Criminal do Tribunal de justiça de São Paulo, acolheu o pedido do MPF cortar processo em sete processos criminais. Dois deles referem-se exclusivamente à participação de agentes públicos. No trabalho, são acusados de Dario Rais Lopes, ex-presidente da Dersa, o ex-ministro de Estado dos transportes, atualmente no cargo de Ministro de Aviação Civil do Ministério dos transportes; Mario Rodriguez Jr., ex-diretor de engenharia da mesma no estado de São Paulo, atualmente, é Diretor-Geral da Agência Nacional de transportes terrestres (ANTT).
Resposta em ação, Marcelo Cardinale Branco, ex-presidente da Emurb ex-ministro da infra-estrutura e o capital de São Paulo; Paulo Vieira de Souza, conhecido de Paulo Preto, ex-diretor de engenharia da Dersa. De acordo com o MPF, Paulo Preto teve um papel de destaque na divisão de trabalho entre os contratantes, especialmente em 2007.
As restantes contas do patrimônio líquido responsabilidade dos membros de empresas de construção civil, que, de acordo com a denúncia, participou do esquema. MPF para ser os pontos básicos da região, formado pelas construtoras Andrade Gutierrez, Camargo Correa, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão. Parte dos réus devem ser responsabilizados, além da formação de um cartel por fraude em leilão. Este crime foi identificado em obras no Anel Rodoviário e também no de negócios em sete lane capital (formas de Roberto Marinho, Chucri Zaidan, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, marginal Tate e Jacu pêssego Córrego Ponte baixa).
O ministério indica que, além dos “cinco líderes” – como são chamados construtores, que liderou o grupo de outras empresas menores também foram cooptados ou juntou-se ao grupo durante o período em que o conluio manteve-se ativo.
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Canais
A Dersa informou através da Imprensa, que a polícia do governo de São Paulo são os maiores interessados no avanço da investigação. Ele ressaltou que todos os atos da empresa, em conformidade com a legislação em vigor. “Se há uma conduta ilegal, com violação do tesouro público, o estado vai cobrar as responsabilidades adequadas, como eu já trabalharam em outras ocasiões”, destacou. Ele disse que Se mantém na mão uma cooperação com a investigação.
O ministro da Aviação Civil, do Ministério dos transportes, Dario Lopez, gerente-geral da ANTT Mario Rodrigues Júnior, disse que vai comentar sobre o assunto, porque o problema é ainda submetido ao exame do caso.
A construtora Andrade Gutierrez disse que apóia toda a “iniciativa anti-corrupção, que visa esclarecer os fatos que ocorreram no passado.” Destaque publicamente esse compromisso para pedir desculpas em um comunicado, a seguir, através da cooperação com investigações em curso no âmbito do cumprimento do acordo firmado com o MPF. A nota também diz que a empresa incluiu medidas de operações de “garantir a integridade e a transparência das relações comerciais”.
A Odebrecht disse em nota que “continuar a cooperar com a Justiça e reafirmou o seu compromisso de trabalhar com integridade, ética e transparência”. A Camargo Corrêa também disse em nota que ele estava cooperando com as autoridades.
A OAS Construtora Queiroz Galvão disse que não se manifesta. Outros citados nesta ação foram procurar a agência do Brasil, mas em geral, até a publicação do relatório.
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