Portugal é elevada. Com a qualidade de vida, segurança e belas paisagens, o país viu disparar o número de turistas, os pedidos de residência e venda de imóveis nos últimos anos. A compra de um imóvel em Portugal pode ser uma excelente opção para quem quer mudar o país, fazer visto prolongado ou até mesmo investir.
(Foto: Ricardo Ribeiro)
Não é necessário ter a nacionalidade da União Europeia para comprar imóveis em Portugal. De acordo com um levantamento da Associação dos Profissionais e Empresas de mediação Imobiliária de Portugal, em 2017, um em cada quatro imóveis em Portugal, foi comprada por estrangeiros. Os brasileiros aparecem em terceiro lugar na lista de nacionalidades, atrás do chinês e francês.
“Há muito brasileiro comprar uma casa em Portugal, muitos a escapar de um futuro incerto. Eles vêm do Brasil e dos Estados Unidos”, diz Raul Neves, 43, corretor de imóveis na região sul do país.
(Foto: Ricardo Ribeiro)
Segundo ele, mesmo com a elevação dos preços, o mercado ainda está aquecido e que vale a pena o investimento. “Tudo o que temos para venda rapidamente. Ainda vale a pena investir porque os imóveis tendem a continuar se valorizando, e as rendas também estão em alta”, diz ele.
O primeiro passo para comprar um imóvel em Portugal é levar o NIF (Número de Identificação Fiscal), o equivalente português do CPF. O documento é exigido em Finanças, a autoridade do país, como a Receita federal brasileira.
Você também vai precisar para obter a descrição legal, que descreve a situação do imóvel, a licença de utilização, que comprova o tipo de uso (residencial, comercial, etc.) e a ficha técnica da habitação, que descreve as características do imóvel.
O sector imobiliário em Portugal, em particular as grandes redes, estão acostumados a compra por estrangeiros, cada vez mais frequentes, e pode ajudar na documentação. Há também serviços de consultoria, o pagamento. Nas duas opções, quase sempre, é possível entrar em contato com os profissionais, até mesmo do Brasil.
É importante se programar para pagar impostos e taxas, como o IMT (Imposto Municipal sobre a alienação de bens Imóveis) e o imposto de Selo, que variam de acordo com o valor do imóvel, além da taxa de transferência, e os custos de registro do contrato. Para uma propriedade de 500 mil euros, estima-se um custo na faixa dos 40 mil euros.
Um apartamento de dois quartos vai de 150 mil a 2 milhões de euros, de acordo com a cidade. Esta variação pode ser encontrado mesmo dentro de Lisboa, de acordo com o bairro.
(Foto: Ricardo Ribeiro)
A capital e o Porto, as maiores cidades do país, são também os mais procurados, porque eles têm a estrutura de serviços e a oferta de emprego maior, o que aumenta o preço dos imóveis. Mais para o sul, Cascais, que já é um reduto de brasileiros, Faro e do Algarve, também são muito populares para ter boas praias. As pequenas cidades e distritos do centro, tem propriedades mais em conta.
A compra de um imóvel de 500 mil euros ou mais para garantir a ARI (Autorização de Residência para Investimento), a chamada Visa Gold — 350 mil euros para uma propriedade na área de recuperação.
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