
Urbanismo
Santos anuncia medidas para se adaptar às mudanças climáticas
Escrito por: Lucie Ferreira em 23/12/2015

O impacto das alterações climáticas estão a causar cidades ao redor do mundo para tomar medidas preventivas que se aplicam no que está para vir. Em Santos, a maior cidade portuária do país, localizada no litoral sul de São Paulo, a principal fonte de preocupação é com a altura do nível do mar.
O município anunciou recentemente medidas de ajustamento se que a temperatura global superior a 2°C até o final deste século. As ações propostas são baseadas em estudos internacionais, é que o Santos tem a informação mais completa sobre a altura da maré no Brasil, coletados por medidores desde 1945 e por satélite a partir de 1993.
Os dados analisados, o que inclui variáveis sócio-económicas, permitiu que os pesquisadores para detectar dois níveis de impacto em diferentes regiões da cidade, com a expectativa de aumento do nível do mar entre 18 cm e 23 cm, em 2050, 36 cm e 45 cm até 2100.
Estima-se que, nas próximas décadas, a quantidade de chuva e tempestade de ondas em Santos e arredores são mais intensos e frequentes. Para reduzir os danos causados por esses fenômenos, os pesquisadores tem uma série de sugestões para o planejamento urbano da cidade do futuro.
A ressaca no Santos pode se intensificar com a mudança do clima (Foto: Luis Cleber)
+ Soluções possíveis
Os ajustes incluem a implantação de comportas para controle de marés, nos rios, a construção de canais de drenagem e do quebra-mar, dragagem dos canais, a recuperação dos manguezais, a criação do sistema de comportas e estações de bombeamento. No Final da Praia, além do aumento da faixa de areia, destina-se a tomar medidas para engordamento/alimentação artificial da praia, a construção ofâ parede de proteção e a instalação do sistema de bombeamento, e a melhoria dos canais de gate.
No início de dezembro, a cidade de Santos gepubliseer n’, a fim de que o criar ofâ comissão municipal de adaptação às alterações climáticas,
indicar op n’estrutura organizacional, composto pelo poder público, o setor produtivo e representantes da sociedade civil, para implementar as medidas sugeridas pelos pesquisadores.
Para calcular o custo aproximado da proposta, eles são cenários de design de perdas, com base no valor dos imóveis na região de estudo, a avaliação de cenários com e sem medidas de adaptação. No pior dos casos, até 20100, o prejuízo pode chegar a R$ 236 milhões no norte-noroeste, passando de R$ 1 bilhão na região sudeste da cidade, como as medidas de ajustamento para ser descartado. Por outro lado, a aceitação das propostas irá causar dano com dano na ponta, caindo de R$ 64 milhões, no norte-oeste do município.
A participação Popular é visto como fundamental para a discussão destas questões, e serão estudados meios de aumentar a consciência da população sobre a urgência do tema e incentivar a sua presença na tomada de decisões.
Fonte: Agência Fapesp.
23 de dezembro de 2015
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