Dólar fecha em queda, com PIB dos EUA acima do esperado no 4º trimestre; Ibovespa sobe | Economia | G1


Dólar fecha em queda, com PIB dos EUA acima do esperado no 4º trimestre; Ibovespa sobe

A moeda norte-americana recuou 0,19%, cotada a R$ 4,9223. Já o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira avançou 0,28%, aos 128.169 pontos.

Por g1

25/01/2024 09h14 Atualizado 25/01/2024

1 de 1 Dólar opera em leve baixa — Foto: Karolina Grabowska

Dólar opera em leve baixa — Foto: Karolina Grabowska

O dólar fechou em queda nesta quinta-feira (25), com os investidores repercutindo o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, que subiu 2,5% em 2023 — acima do registrado em 2022.

No último trimestre do ano passado, a maior economia do mundo cresceu a uma taxa anualizada de 3,3%, superando as projeções de mercado.

Sob o mesmo cenário, o Ibovespa subiu.

Veja abaixo o resumo dos mercados.

Dólar

O dólar caiu 0,19%, cotado a R$ 4,9223. Veja mais cotações.

Com o resultado, acumulou:

  • queda de 0,09% na semana;
  • e ganhos de 1,44% no mês e no ano.

No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,47%, cotado a R$ 4,9316.

Ibovespa

O Ibovespa subiu 0,28%, aos 128.169 pontos.

Com o resultado, acumulou:

  • alta de 0,42% na semana;
  • quedas de 4,48% no mês e no ano.

Na véspera, o índice teve baixa de 0,35%, aos 127.816 pontos.

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O que está mexendo com os mercados?

As atenções do mercado ficaram voltadas ao PIB do quarto trimestre nos Estados Unidos. A maior economia do mundo cresceu 3,3% entre outubro e dezembro, segundo o Departamento do Comércio, acima das projeções de analistas, que apontavam para uma alta menos expressiva, de 2%.

O número do quarto trimestre veio abaixo do registrado no trimestre anterior, quando a economia americana cresceu 4,9%. Mas, com os dados bem mais fortes que o esperado, essa desaceleração não pesou na análise do mercado.

O resultado, segundo especialistas, foi impulsionado por um mercado de trabalho sólido e pelos gastos do consumidor.

Em todo o ano de 2023, os Estados Unidos cresceram 2,5%, contra um crescimento de 2,1% registrado em 2022.

Esses números aumentam a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pode conseguir fazer um "pouso suave" com a economia do país. Na prática, isso significa que o ciclo de juros altos nos Estados Unidos para controlar a inflação conseguiria frear um pouco a atividade, justamente para conter o avanço dos preços, mas sem resultar numa recessão econômica mais forte.

Atualmente, as taxas de juros na maior economia do mundo estão entre 5,25% e 5,50% ao ano, e há muita expectativa sobre quando o Fed deve iniciar o ciclo de corte nos juros.

Já na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter sua taxa básica de juros inalterada, em um patamar recorde de 4% e observou que a inflação continuou a cair, também graças aos altos custos de empréstimos.

"A tendência de queda da inflação subjacente continuou, e os aumentos anteriores da taxa de juros continuam sendo transmitidos com força para as condições de financiamento", disse o BCE em comunicado.

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