Eu sei que eu sou (ainda) é nie n’mãe ofâ pequeno bebê gorduchito, mas eu sinto a mãe… um cão pequeno e que eu me importo, eu adoro, eu me preocupo e tento educar om n serzinho melhor neste mundo. Com o apropriado (não muito) de relações, sim, tenho o direito de me sentir mãe último domingo por causa do Fridoca. Então, você pode imaginar como eu não era todo prosa quando me recebeu, só este fim de semana, uma das coisas que estão na minha lista de desejo há tempo suficiente?! Todo mundo tem uma lista curta das coisas que você deseja, seja ele imaginário, que é armazenado no fundo da gaveta, ou escondidas nas últimas páginas do calendário, é ou não é? E eu queria… cadeiras! Hein? Com essas cadeiras? É que eu nunca tive um. Pense junto comigo. Eu já têm bancos, cadeiras e até mesmo cadeiras… mas o presidente, o presidente do mesmo, porque eu tenho a casa dos meus pais, nunca tive. O mense n’forma, há uma cadeira ali… e assim, a casa está tomando forma. Mas a verdade é que eu sempre wou n’algumas das cadeiras combinandinhas para chamar de meu. Quando eu me mudei para o estúdio, era a mesma coisa. Usado fezes que são da cozinha da minha mãe para sentar, é mole? Não, literalmente. O braço da coluna é de que se queixavam, pobre coisa.
Mas estou aqui para compartilhar com você que os meus dias sem a cadeira mais! Na semana passada, a Modernidade dos Móveis, mais como um parceiro aqui no blog, me presenteou não só uma, mas duas cadeiras que eu amo, que ocupa o centro da mobília do meu coração: o DKR transparente, o design Charles Eames. Vir n’pessoa que skryf n’blog de decoração, eu senti como se tem de um cruzeiro. De 7 noites. Pro Caribe. Com um companheiro.
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